Estava em viagem de negócios para França, mas o voo atrasou horas em Orly. Escala forçada, peguei táxi pro hotel do aeroporto. Cheguei suada, calor úmido grudando na pele, o ar condicionado do lobby gelando tudo. Sentei no bar, pedi gim-tônica, pernas doendo de salto alto. Olhei em volta: executivos cansados, mas aí veio ele. Alto, magro, cabelo bagunçado, tipo artista. Francês, uns 30 anos, sorriso safado. ‘Boa noite, portuguesa?’, disse, acento charmoso. Ri, ‘Sim, e tu?’. Jean-Michel, disse, esperando conexão pra Bali. Falamos besteira: viagens, solidão em escalas. Ele pediu outra rodada, mão roçando minha coxa de leve. Coração acelerou. Liberdade total aqui, ninguém me conhece. Afastei perna, mas ele insistiu, olhos famintos. ‘Quarto livre?’, sussurrei. Ele piscou, ‘Vamos?’. Subimos escada, elevador rangendo, cheiro de perfume dele misturado ao meu suor.
No quarto, porta mal fechou, ele me prensou na parede. Boca na minha, língua invadindo, mãos arrancando blusa. ‘Porra, que tetas perfeitas’, grunhiu, chupando mamilos duros. Eu gemi, unhas nas costas dele. Calor da noite entrava pela janela entreaberta, barulho de aviões ao fundo. Joguei ele na cama, lençóis ásperos de hotel roçando pele. Desabotoei calça, pau dele saltou, grosso, veiudo, latejando. ‘Chupa, vadia’, mandou. Engoli tudo, saliva escorrendo, bolas cheias na mão. Ele gemia alto, ‘Caralho, que boca gulosa’. Virei de quatro, cona molhada pingando, ‘Me fode agora!’. Ele cuspiu na mão, esfregou na cabeça do caralho e meteu fundo. Dor boa, esticando tudo. ‘Tá apertada pra caralho’, rosnou, bombando forte. Clap-clap de pele, suor salgado na boca dele lambendo minhas costas. Virei, pernas no ombro, ele socando até o talo, clitóris inchado roçando barriga dele. ‘Goza na minha cona!’, implorei. Dedos no cu, girando, me levou ao limite.
A Escala Imprevista e o Encontro no Lobby
Ele acelerou, ‘Vou encher tua puta!’. Gozou jatos quentes, escorrendo coxas. Eu trema, orgasmo rasgando, unhas cravadas. Caímos ofegantes, ar condicionado gelando suor, gosto de sal e porra na pele. Limpamos rápido, risos nervosos. ‘Melhor escala ever’, ele disse, beijando pescoço. Vesti roupa amassada, cheiro de sexo grudado. Despedida no lobby, beijo molhado, ‘Sem nomes verdadeiros’. Voltei pro aeroporto, pernas bambas, cona latejando gostoso. Avião decolando, Paris sumindo, memória fresca: pau dele pulsando, gemidos ecoando, liberdade de estranha. Ninguém sabe, mas sorrio sozinha, prazer ainda formigando. Da próxima escala, quem sabe?