Escala Imprevista: Meu Encontro Erótico com um Estranho no Hotel

Estava de volta de um congresso em Paris, voo atrasado por duas horas. Escala imprevista num hotel chique perto do aeroporto Charles de Gaulle. Cheiro de jasmim no lobby, ar condicionado gelado arrepiando a pele. Eu, portuguesa de 28 anos, saia curta preta, blusa decotada deixando os seios quase saltando. Cabelos soltos, batom vermelho. Livre, longe de Lisboa, ninguém me conhece aqui.

Ele surgiu no sofá do pavilhão de hóspedes. Trapalhão, barrigudo, uns 50 anos, português expatriado, suado reclamando do calor. ‘Porra, que sauna esta!’ resmungava sozinho. Olhos caíram em mim quando entrei. ‘Olha que pintinha! Que rabo, que tetas!’ disse, levantando-se. Eu ri, nervosa mas excitada. O desconhecido, a urgência do voo amanhã. ‘Sou Maria, prazer’, estendi a mão. Ele agarrou, cheirou minha pele. ‘Mario. Vem cá, toma um copo comigo, poupée.’

A Tensão no Lobby do Hotel Luxuoso

Sentamos. Gin gelado, gosto forte na língua. Ele tagarelava da vida, salvando o irmão de escândalos, fodendo camponesas. Mãos grossas roçando minha coxa. ‘Tu és uma cona de elite, caralho.’ Eu corei, mas abri as pernas um pouco. Calor moite da noite filtrando pelas janelas, ronco distante dos aviões. ‘Quero te ver nua’, murmurou, mão no pau por cima da calça. Eu hesitei… depois levantei a saia. Culote branca de renda. Ele gemeu, masturbando-se devagar.

Subimos pro quarto dele. Porta bateu, clim chiando frio. Ele se despiu rápido: peludo todo, pau roxo, grosso, veias saltadas, gotejando pré-gozo. ‘Chupa, Maria.’ Eu ajoelhei, engoli até a garganta, salgado, cheiro de macho. Ele gemia ‘fode a boca dela!’. Mas eu queria mandar. Empurrei-o na cama, lençóis ásperos de hotel. Amarrei pulsos com cinto do roupão. ‘Agora eu.’

O Sexo Selvagem e o Adeus Apressado

Montei nele, cona molhada roçando o pau. ‘Devagar…’, sussurrei. Ele implorava ‘mete logo, puta!’. Desci devagar, pau abrindo minha carne, enchendo tudo. Pubis colados, suor salgado na pele dele. Movimentos lentos, ondulando quadris, clitóris roçando. ‘Caralho, que apertada!’, ele grunhia. Acelerei, batendo forte, tetas quicando. Mãos dele puxavam corda, olhos loucos. Gritei quando gozei, cona apertando pau dele, sucos escorrendo coxas.

Não parei. Virei de costas, rabo na cara dele. ‘Lambe.’ Língua grossa no cu, chupando cona. Pau duro batendo em mim. Montei reverso, quicando selvagem. ‘Vou gozar!’, ele berrou. Enchi de porra quente, escorrendo. Eu gozei de novo, tremendo, unhas cravando lençóis.

Depois, deitada, peito arfando. Ele roncava já, exausto. Olhei relógio: voo cedo. Levantei, vesti sem barulho. Beijo na testa suada dele. ‘Obrigada, estranho.’ Saí, ar noturno úmido, motores ao longe. No táxi pro aeroporto, cona ainda latejando, porra secando na pele. Anonimato perfeito, ninguém sabe. Sorri, lembrando pau grosso, gemidos. Liberdade de passagem, prazer puro. Volto pra Lisboa renovada, secreta.

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