A Minha Escale Quente nas Toaletes de um Pub em Londres

Estava de regresso de um congresso em Lisboa para Paris, mas o voo atrasou-se. Escale de várias horas no Heathrow. Aborrecida, apanhei o comboio para o centro. Victoria Station, noite quente e húmida de verão. Entrei num pub ali perto, música alta, cheiro a cerveja e suor. Luzes fracas, corpos colados na pista. Sentei-me ao balcão, saia curta, top decotado. Longe de casa, ninguém me conhece. Liberdade total, o coração acelera com o desconhecido.

Dois gajos ingleses, altos, musculados, olhos famintos. Um loiro, o outro moreno. Bebemos shots, rimos. ‘Portuguese girl, eh?’, diz o loiro, mão na minha coxa. Sinto o calor subir. Flertamos pesado, toques disfarçados. ‘Vamos às casas de banho’, sussurra o moreno. Urgência no ar, o comboio parte em duas horas. Levanto-me, pernas tremem um pouco. Eles seguem-me, empurram a porta das toilettes dos homens. Trancam. Cheiro a urina misturado com aftershave, azulejos frios, música abafada lá fora.

O Encontro Fortuito no Pub

O loiro saca o caralho primeiro. Enorme, grosso como o meu pulso. Pego-lhe, sinto a rigidez. Aperto para baixo, salta para cima, elástico. Olho para ele, nervosa. ‘It’s so fucking big…’, digo, voz rouca. Ele ri: ‘Suck it, slut!’. Descalço devagar a pele, o cogumelo roxo aparece, brilhante. Uma gota perolada no méat. Toquei com o dedo, estico o fio viscoso. Provo. Salgado, quente. Fechei os olhos, narinas dilatam-se com o cheiro almiscarado. Lambo o gland, roço nos lábios carnudos. Engulo aos poucos, boca estica ao limite.

O Clímax Intenso e o Regresso

Ele filma com o telemóvel, tremendo um pouco. ‘Deeper, choke on it!’. Tento mais, mas tusso forte, saliva grossa escorre pelo queixo. Quase vomito. Ele geme: ‘Yeah, that’s it, dirty whore!’. Recuo, olho para aquela coluna de carne latejante. ‘Too big…’, queixo-me. Ele manda branlar. Acelero a mão, punho firme. Insulta-me: ‘Fucking sperm junky, take it!’. Grogna, avisa: ‘I’m cumming!’. Aproximo a boca aberta. Mãos dele na minha cabeça, força tudo para dentro. Jatos quentes, espessos, inundam a garganta. Engulo o que posso, mas transborda, escorre pelos cantos, pinga no chão. Respiro fundo, gosto ainda na boca.

O moreno aproxima-se já a punhetar. Filma e acaba rápido. ‘Second load, open wide!’. Boca pronta de novo. Goza forte, porra pegajosa no rosto, bochechas, lábios, queixo. Deglutino o resto, limpo com a língua. Cinco minutos no total. Saio, rosto corado, maquilhagem borrada. Ninguém nota no pub. Volto à estação, comboio chega. Sento-me, corpo ainda a tremer. Lembro o gosto salgado, o cheiro, a urgência. Ninguém sabe o meu nome, eu não sei deles. Prazer puro, anónimo. Chego a Paris com o segredo a pulsar entre as pernas, pronta para mais.

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