Escale Inesperada: O Beijo Proibido e a Foda Selvagem no Hotel do Aeroporto

Estava em escala imprevista no aeroporto de Paris, CDG, voltando de um congresso em Madrid. Chovia torrencialmente lá fora, aviões atrasados, horas mortas. Entrei no lobby do hotel de trânsito, ar condicionado gelado a arrepiar a pele, cheiro a café forte e perfume barato. Ele apareceu do nada, um francês magro, gestos delicados, voz fina e suave, tipo Jean-Marie, mas com um sorriso maroto. Chamava-se Julien, mais baixo que eu, unhas cuidadas, camisa justa a marcar o peito liso.

‘Perdida no tempo?’, perguntou, aproximando-se no bar. Falámos de viagens, ele em trânsito para Lyon, eu para Lisboa. Rimos de histórias parvas, paranormal, ficção científica. Os dedos dele cheios de cola, a pelar devagar, distraía-me. ‘Queres aventura?’, piscou. Levei-o a sério. Fomos às lojas duty-free, ele propôs o jogo: roubar bugigangas pela adrenalina. Eu, aberta a tudo em terra estranha, aceitei. Coração acelerado, mãos suadas, peguei um baton de labial, ele um perfume mini. O segurança reparou, olhos fixos. Pânico! Corremos pelos corredores, eco dos sapatos no chão polido, motores de aviões ao fundo.

A Rencontre Fortuita e a Tensão no Lobby

Ele conhecia o sítio, meteu-se por uma porta entreaberta, hall de serviço do hotel, escada apertada. Encolhemo-nos no canto escuro, colados, respiração ofegante, suor a colar as roupas. Ouvia o segurança passar, passos pesados. Silêncio. Olhámo-nos, olhos brilhantes. Hesitei, né? Mas ele inclinou-se, lábios macios nos meus. Abri a boca, línguas enroscadas, molhadas, gosto a menta e medo. Bendi-me contra a coxa dele, dura já. ‘Vem para o meu quarto’, murmurou, mão na minha cona por cima das calças.

Subimos às escondidas, elevador vazio, clim a gelar os mamilos. Quarto standard, lençóis ásperos de hotel, luz amarelada, ruído distante dos aviões. Despi-me devagar, ele babava. ‘Que cona gulosa’, disse, ajoelhando. Lambeu-me o cu primeiro, língua quente a furar, depois a cona, molhada de sumo, clitóris inchado. Gemi alto, ‘Fode-me com a boca, caralho’. Ele chupava voraz, dedos finos a entrar, dois, três, a esticar. Virei-o, pinto dele pequeno mas grosso, prepúcio a tapar, cheiro a urina leve e excitação. Chupei, engoli até à garganta, bolas peludas na cara. ‘Sou a tua putinha de passagem’, disse eu, voz rouca.

O Sexo Intenso e o Adeus com o Prazer na Memória

Ele gozou rápido, porra quente e salgada a encher a boca, engasguei mas engoli, resto na cara, pegajoso. Limpou com cuecas dele, riu nervoso. ‘Agora fode-me tu’. Deitei-o de costas, lençóis frios na pele suada, calor húmido da noite filtrado pela janela. Montei-o, cona a engolir o pinto dele todo, molhado, escorregadio. Cavalguei forte, mamas a balançar, ele a apertar os mamilos, ‘Mais rápido, vadia’. Gozei gritando, contrações a apertar, ele veio outra vez dentro, porra a escorrer pelas coxas. Colados, suor salgado na pele, gosto no ar.

Horas depois, no check-out, beijo rápido. ‘Até nunca’, sorriu ele. Voltei ao avião, corpo dorido, cona sensível, memória viva. Ninguém me conhece aqui, liberdade total. Ainda sinto o cheiro dele nos lençóis, o pulsar. Foi só uma escala, mas que foda inesquecível. Chego a Lisboa a sorrir, pronta para mais.

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