A Minha Escala Torride em Hvar: Sedução e Sexo com um Estrangeiro

Estava de férias em Hvar, aquela ilha croata com mar cristalino e sol que queima a pele. Cheguei com o meu marido, mas logo no primeiro dia discutimos feio. Ele foi pescar, eu fiquei sozinha no hotel, o ar condicionado gelado contrastando com o calor moite lá fora. O som distante dos motores dos barcos misturava-se ao zumbido da ventoinha. Desci ao lobby, vestida com um vestido leve vermelho que colava na pele suada.

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Lá estava ele, Gert, um alemão alto, olhos azuis penetrantes, viúvo com dois filhos adolescentes. Estava no bar, sozinho, bebendo uma cerveja gelada. Os nossos olhares cruzaram-se. ‘Boa tarde’, disse ele em francês hesitante, mas com sotaque sexy. Eu sorri, sentei-me ao lado. Falámos de tudo: das praias, do calor, da liberdade de estar longe de casa. Ele cheirava a loção pós-barba misturada com sal do mar. A mão dele roçou a minha ao pegar no copo. Senti um arrepio. ‘Gostas de dançar?’, perguntou. O coração acelerou. Ninguém nos conhecia aqui. A urgência do desconhecido pulsava no ar.

O Encontro no Lobby do Hotel

A tensão subiu rápido. Ele convidou-me para um passeio à noite, mas eu sabia onde ia dar. Subimos ao quarto dele, 359, os meus números da sorte. A porta fechou com um clique. O quarto era fresco, lençóis brancos de hotel, cheiro a detergente e maresia pela janela entreaberta. Ele puxou-me para si, beijou-me com fome. ‘Quero-te tanto’, murmurou. Tirei o vestido, fiquei só de cuecas minúsculas. Ele admirou o meu corpo, as mamas firmes, a cona depilada que o meu marido tinha raspado dias antes, lisa como seda.

Deitei-me na cama, pernas abertas. Ele ajoelhou-se, língua quente na minha pele salgada. Lambeu devagar, subindo pelas coxas. ‘Estás tão molhada’, disse, voz rouca. Enfiou a língua na cona, chupando o clitóris inchado. Gemi alto, agarrei os lençóis ásperos. O som das ondas ao fundo, a brisa quente na pele nua. Ele enfiou dois dedos, fodedores, enquanto mamava. ‘Fode-me com a boca’, pedi, ofegante. Ele obedeceu, voraz, bebendo os meus sumos. Virei-me de quatro, mostrei o cu redondo. Ele lambeu ali também, molhado, sem pudor.

O Sexo Intenso na Quarto e a Partida

Levantei-me, empurrei-o para a cama. Desabotoei as calças, o caralho dele saltou, grosso, veias pulsantes, cabeça vermelha. Chupei com vontade, engoli até à garganta, saliva escorrendo. ‘Caralho, que boca gulosa’, grunhiu ele. Montei-o, cona escorregadia engolindo o pau todo. Cavalguei forte, mamas balançando, suor pingando. ‘Fode-me mais fundo!’, gritei. Ele agarrou as ancas, metia de baixo para cima, bolas batendo no cu. Mudei de posição, ele por cima, pilhando sem misericórdia. ‘Vou gozar!’, avisei. Ele acelerou, o caralho inchando. Gozei primeiro, cona apertando, jatos quentes dele dentro de mim, enchendo-me.

Ficámos ofegantes, corpos colados, suor e sêmen misturados. ‘Foi incrível’, sussurrou. Mas o avião partia cedo. Levantei-me, vesti-me depressa. Beijámo-nos uma última vez no corredor, gosto a sal e sexo na boca. Voltei ao meu quarto, o marido dormia exausto. Agora, no avião de regresso a Lisboa, sinto ainda o formigueiro na cona, o cheiro dele na pele. Ninguém saberá. Foi só uma escala, anónima, perfeita. A liberdade de passageira, o prazer que fica para sempre.

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