Estava de férias no sol das ilhas gregas, longe de Portugal, livre como o vento do Egeu. Avião até Atenas, ferry lotado que balança devagar. Cheguei à ilha ao amanhecer, suada, o ar já quente e pegajoso. Aluguei um quarto num hotelzinho familiar, o ar-condicionado zumbia fraco, cheirava a sal e maresia. Joguei a mala no chão, vesti um short curto e saí pra praia nudista, longe do vilarejo. O sol queimava a pele, areia fina grudava nos pés.
Pouca gente cedo. Estendi a toalha num canto isolado, tirei tudo. Peitos livres, cona ao ar, sensação de liberdade total. Mergulhei na água morna, ondas lambendo o corpo. Saí pingando, gotas escorrendo pelas coxas. Foi aí que vi eles: dois franceses, uns 20 e poucos, sentados perto das minhas coisas. Nus, corpos bronzeados, caralhos moles balançando entre as pernas musculosas. Olhares cruzados. Sorri, eles retribuíram. Sentei-me ao lado, pernas abertas sem pudor.
A Chegada e o Olhar que Acende Tudo
‘Bonjour, belas férias?’, disse um, Didier, olhos fixos nos meus peitos. O outro, Fred, ria baixo. Conversa solta: de onde vêm, nudismo na Grécia antiga. Olhares descem pros caralhos deles, que endurecem devagar. Sinto o calor subir, cona úmida. ‘Que tal um canto mais privado?’, propus, voz rouca. Eles trocaram um olhar safado. ‘Vamos, mas cuidado pra não ficarmos de pau duro na praia toda.’ Ri, o coração acelerado pela urgência – ferry volta amanhã, ninguém nos conhece.
Caminhamos pela praia, slips enfiados às pressas. Entramos na água pelo lado da falésia, chegando à mi-coxa. Uma crique minúscula, areia branca, escondida. Tirei o slip, cona depilada exposta. Eles nus de novo, paus meia-bomba. Água nos cobre, Fanny… quer dizer, eu me jogo no Didier. Pego o caralho dele, grosso, veias pulsando. ‘Caralho, que pau lindo’, murmuro. Ele geme, mãos nos meus peitos, beliscando mamilos duros. Fred atrás, roçando as costas.
Na Crique Escondida: Foda Sem Limites
Na água, branqueio Didier devagar, mão subindo e descendo, língua no saco salgado. Ele me chupa a cona, língua no clitóris inchado, gosto de sal e mel. Gozo rápido, pernas tremendo. Saímos, deito na areia quente. Ele me come de missionário, pau fundo na cona encharcada. ‘Fode mais forte!’, grito. Preservativo no, mas fodo sem medo. Viro de quatro, ele mete no cu apertado, dedo na cona. Orgasmos explodem, suor misturado com areia.
Fred entra na dança. Eu chupo o pau dele, grosso, enquanto Didier me fode por trás. Troca: Fred na cona, Didier na boca. Depois, double: Fred deitado, eu monto no pau dele, Didier no cu. Sentem-se os paus se roçando dentro de mim, prazer insano. ‘Porra, que delícia!’, gemo. Gozam juntos, enchendo preservativos. Eu esguicho, líquido quente na areia. Horas assim, fodendo na praia, no mar, cu e cona alternados.
Dias depois, ferry apita ao longe. Nos despedimos nus, beijos salgados, sem números, sem nomes verdadeiros. Volto pro quarto, corpo dolorido, cona latejando, cheiro de sexo nos lençóis. No avião de volta, lembro o gosto de porra na boca, o sol na pele nua, a liberdade de foder estranhos. Ninguém sabe, mas o fogo ainda queima. Quero mais.