A Minha Escale Torride com um Estrangeiro no Jacuzzi do Hotel

Estava em viagem de negócios para o Algarve, mas o voo atrasou e tive uma escale de uma noite num hotel chique perto do aeroporto de Faro. Calor moite da noite de verão, ar condicionado gelado no lobby, cheiro a sal do mar misturado com perfume caro. Eu, portuguesa de 38 anos, solteira e aberta, adoro estes momentos de liberdade, onde ninguém me conhece. Lá estava ele, um francês de uns 45, atlético, olhos azuis penetrantes, sozinho no bar com um copo de vinho. Olhares cruzados. Sorri. Ele aproximou-se.

“Boa noite, portuguesa?” disse com sotaque sexy. Rimos. Conversa solta: viagens, o cansaço do dia, a urgência do meu voo amanhã cedo. O vinho desceu, mãos roçaram acidentalmente na mesa. Senti o formigueiro na pele, o coração acelerado. “Quarto com jacuzzi”, confidenciei, mordendo o lábio. Ele ergueu a sobrancelha. “Mostra-me?” A tensão subiu como a humidade lá fora. Subimos no elevador, silêncio elétrico, corpos quase colados. Porta fechada, beijo faminto, línguas urgentes.

A Rencontre no Lobby e a Tensão que Cresce

Na suite, luz baixa, som distante dos motores dos aviões. Liguei o jacuzzi, bolhas quentes, vapor subindo. Despi-me devagar, pele arrepiada pelo ar fresco da clim. Ele nu, caralho já meia-bomba, grosso, veias marcadas. Entrei na água morna, ele atrás, mãos nas minhas tetas, mamilos duros como pedras. “Fode-me”, sussurrei, voz rouca. Ele riu baixo. “Aqui? Agora?” Sim, a urgência do partida, ninguém nos conhece, só esta noite.

Ele sentou-me na borda, pernas abertas, cona molhada pingando na água. Boca nele primeiro, engoli o caralho até à garganta, salgado de suor, bolas pesadas na mão. Ele gemeu, “Porra, que boquinha…”. Chupei forte, saliva escorrendo, olhos nos dele. Depois, virou-me, cu exposto, água batendo. Dedos na cona, dois de uma vez, polegar no cu. “Queres por trás?” Arquei as costas. “Sim, fode o meu cu, rápido!”

O Sexo Cru e Intenso no Jacuzzi

Caralho dele escorregou na cona primeiro, lubrificando, entrava e saía, água salpicando, claquetes molhados. “Tão apertada…” Grunhiu, puxando cabelo. Depois, pressionou o cu, devagar no início, ardor bom, depois todo dentro, bolas batendo na cona. Fodia forte, mãos nos quadris, unhas cravando. Eu gemia alto, “Mais, fode-me o cu, caralho!”. Água quente, suor salgado na pele, gosto dele na boca ainda. Virei de frente, pernas nos ombros, penetrou a cona fundo, pistões selvagens. “Vou gozar!” Gritou, enchendo-me de porra quente, eu tremendo no orgasmo, cona contraindo.

Ficámos ofegantes, bolhas massageando corpos exaustos. Limpámo-nos no chuveiro rápido, beijos moles. Ele saiu primeiro, “Segura o teu voo, beleza”. Sorriso cúmplice. De manhã, no táxi para o aeroporto, corpo dormente, cona latejante, cu sensível. Lembrei o cheiro dele nos lençóis do hotel, o ronco dos aviões como banda sonora. Anónimo, perfeito. Ninguém saberá, mas o prazer pulsa ainda, quente como aquela noite. Quero mais escales assim.

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