Estava em viagem de negócios para Toronto, mas o voo atrasou e tive uma escale imprevista em Montreal. Cheguei ao hotel exausta, a noite quente e húmida mesmo no Canadá. O lobby estava quase vazio, só o bar iluminado com luzes suaves e o zumbido distante dos carros. Eu, Ana, 34 anos, portuguesa de Lisboa, solteira e sempre pronta para aventuras. Adoro essa liberdade de estar longe, onde ninguém me conhece.
Sentei-me no bar com um gin tónico, o gelo a tilintar no copo. Ele reparou em mim primeiro: um tipo robusto, uns 35 anos, não bonito mas forte, com um sorriso tímido. Ao lado, ela, Mireille, 40 e poucos, curvilínea, seios pesados a transbordar do decote. Franceses do Quebec, disseram. Conversa solta, risos. Ele, Jacques, confessou baixinho o acidente de moto anos atrás, a dificuldade em ter ereções decentes. Ela adorava sexo oral, disse com um piscar de olho. Eu? Ri e disse que era especialista em fazer gozar sem penetração. A tensão subiu como a humidade da noite. Os olhares demorados, as coxas dela a roçar na minha debaixo da mesa. ‘Queres subir?’, murmurou ela. O coração acelerou. Porquê não? Urgência do voo amanhã.
O Encontro Casual no Lobby e a Tensão que Cresce
Subimos ao quarto deles, a clim fria a arrepiar a pele suada. Portas batem, copos tilintam. Ela beijou-me primeiro, lábios macios com gosto a vinho. Jacques assistia, olhos famintos. Tirei o vestido, só lingerie preta. Ela abriu o robe, corpo nu, cona depilada a brilhar. Ele despimo-nos devagar, mãos trémulas. Deitei-me na cama, lençóis ásperos de hotel, cheiro a lavanda sintética. Jacques ajoelhou-se entre as minhas pernas, massageou as coxas, beijou o ventre. A boca dele… ai, que delícia. Língua quente a lamber as grandes lábios, devagar, saboreando o sal da minha excitação. ‘Estás molhada, caralho’, gemeu ele. Enfiou a língua na cona, nariz no clitóris, chupando como se fosse o último banquete. Dedos no cu, outro na buceta, fodendo-me devagar. Gemi alto, o quarto ecoava. Mireille beijava-me os seios, mamas a esfregar na minha cara, mamilos duros como pedras. Gozei tremendo, corpo arqueado, suores mistos. ‘Mais, por favor!’, supliquei.
A Noite de Prazer Cru e o Adeus com o Corpo Ainda a Tremer
Ele não parou, levou-me a dois, três orgasmos, cona inchada e sensível. Ela montou a cara dele, cona aberta no rosto do marido enquanto eu lambia os ovos dela. Jacques mal tinha o caralho duro, mas pulsava. Peguei-lhe, chupei gulosa, Mireille juntou-se, línguas a trocar o pau mole mas excitante. Ele gemeu, ‘Vou gozar!’. Jatos quentes na cara dela, na minha boca, salgado e grosso. Engoli, beijámo-nos os três, sabores mistos. Ela gozou na boca dele, gritando obscenidades em francês: ‘Lèche ma chatte, mon salaud!’. Eu fodi o ar com os dedos na cona, assistindo. Horas assim, corpos colados, suor a pingar, clim a zumbir, motores de aviões ao fundo como lembrete da partida.
De manhã, café rápido, beijos pegajosos. ‘Volta quando quiseres’, disse ela. No táxi para o aeroporto, corpo dorido, cona latejante, memórias vivas: o gosto do sêmen dele na língua dela, os gemidos na noite moite. Ninguém nos conhece, anonimato perfeito. Sorri para o espelho, pernas fracas. Esta escale foi o melhor desvio da minha vida. Ainda sinto o cheiro dela nos lençóis.