Chamo-me Vera, tenho 56 anos, portuguesa de Lisboa, viúva há dois anos. O meu grande amor partiu cedo, deixando um vazio enorme. Decidi viajar sozinha para o Algarve, umas férias ao sol para me soltar. Mas o avião atrasou, escale imprevista no aeroporto de Faro. Noite quente, húmida. Fui para o hotel ao lado, lobby cheio de viajantes cansados.
Lá estava ele, Mikael, 26 anos, quiroprático sueco em trânsito para Estocolmo. Alto, musculado, sorriso polido. Sentou-se ao meu lado no bar, pediu uma cerveja. ‘Primeira vez em Portugal?’, perguntei, sentindo o ar condicionado gelado na pele suada. Falámos de tudo: massagens, corpos, solidão em viagens. Os olhos dele fixavam-se nos meus seios, o vestido leve colava-se com o calor moite. ‘Gostas de aventuras?’, disse ele, voz grave. O coração acelerou. Ninguém nos conhecia. Liberdade total.
O Encontro Casual no Lobby e a Tensão Crescente
Subimos para o quarto dele, pretextando um copo. A porta fechou, o zumbido dos motores ao longe. Quarto standard, lençóis brancos ásperos, ar condicionado a 18 graus contrastando com a noite pegajosa. Beijámo-nos com urgência. As mãos dele nas minhas coxas, subindo devagar. ‘Quero-te agora’, murmurou. Hesitei um segundo – trinta anos de diferença –, mas o desejo venceu. Tirei o vestido, nua perante ele. Ele despiu-se rápido, o pau semi-duro balançando, veias marcadas.
Deitei-me na cama, pernas abertas. Ele ajoelhou-se, língua no meu clitóris inchado. ‘Que cona molhada’, gemeu, chupando forte. Senti o gosto salgado do suor na pele dele quando o puxei para cima. Montei-o, guiando o caralho grosso para dentro. Entrou fácil, a minha boceta encharcada. ‘Fode-me forte’, pedi, cavalgando. Ele agarrou as minhas nádegas, batendo de baixo para cima. O som molhado, slap-slap, misturado com gemidos. Mudei de posição, de quatro, ele meteu fundo, bolas batendo no cu. ‘Mais rápido, o avião sai cedo!’, gritei. O suor pingava, misturava-se ao cheiro de sexo e clim.
A Foda Intensa na Quarto com Urgência do Voo
Virei-me, chupei o pau dele, coberto da minha punheta. Salgado, pré-gozo doce. Enfiei até à garganta, mão na base, rodando. Ele gemeu: ‘Vou gozar!’. Segurei, não deixei. De novo dentro de mim, missionário. Pernas nos ombros dele, penetrava até ao útero. ‘Sinto-te a apertar’, disse. Acelerei, unhas nas costas. Gozei primeiro, cona a pulsar, esguichando molho nas coxas. Ele explodiu logo, jatos quentes enchendo-me. ‘Porra, que delícia!’, gritou. Ficámos ofegantes, corpos colados, lençóis encharcados.
De manhã, café rápido no lobby. ‘Foi incrível, Vera. Sem nomes, sem promessas’, disse ele, beijo na boca. Voltei ao avião, corpo dolorido, boceta sensível. O sol nascia no Algarve, motores rugiam. Ninguém sabe. O prazer lateja ainda, memória do sal na pele, do cheiro dele. Volto a Lisboa renovada, pronta para mais desconhecidos. A vida é curta, foda-se o amanhã.