A Minha Aventura Escaldante na Piscina de Abidjan

Estava em Abidjan por causa do trabalho, mais uma escalada nestes voos triangulares entre Rio, Paris e aqui. O hotel era fixe, com um jardim tropical enorme e uma piscina no meio. Calor húmido, daqueles que gruda a pele, e o zumbido distante dos aviões no aeroporto. Eu, de biquíni minúsculo, a curtir o sol depois de reuniões intermináveis. Fazia semanas que não transava, o corpo implorava por algo selvagem.

Pouca gente à tarde de semana. Algumas mulheres brancas, esposas de expats, com as crianças e as babás. E ele, o único macho branco por ali. Alto, bronzeado, uns 40 anos, deitado no espreguiçador com um livro. Olhares cruzados. Eu sorri, ele retribuiu. Levantei-me para mergulhar, sentindo os olhos dele nas minhas nádegas firmes. Água fresca, um alívio na pele salgada.

O Encontro na Piscina e a Tensão Crescente

Plop! Ele mergulhou ao meu lado. ‘Desculpa se te assustei’, disse com sotaque francês, sorriso maroto. ‘Não, foi bem-vindo’, respondi, piscando. Namo-nos um bocado na água, corpos roçando ‘por acidente’. Perguntou o que eu fazia ali. ‘Negócios rápidos, mas com tempo livre’, disse eu, mão roçando o peito dele. Ele sem aliança, eu solteira e longe de tudo. Saímos, ele atrás, admirando.

No bar ao lado, cervejas geladas. Instalei-me num canto escuro, paréo solto. Conversa banal, mas pernas entrelaçadas. A dele nua roçando a minha. Pus a mão no joelho dele, subi devagar. Pele quente, macia. Ele gemeu baixo. Dedos meus na tosa dele, molhada já. ‘Estás louca’, murmurou, mas a mão dele na minha coxa, subindo à cona ensopada. Dedo no clitóris, eu arfei. ‘Quarto?’, perguntei, chave na bancada.

Ele acenou, eu arrumei o paréo e fui primeiro. Na quarto, ar condicionado gelado contrastando o calor fora. Despi tudo, nuas as peles suadas. Beijos famintos, línguas dançando, gosto de sal e cerveja. Ele mamou os meus peitos pequenos, perfectos para a boca dele. Eu agarrei o caralho duro, grosso, veias pulsando. ‘Fode-me já’, implorei.

O Sexo Selvagem e o Adeus Apressado

Empurrei-o para a cama, montei. Guiei o caralho à cona latejante, desci devagar, gemendo alto. ‘Que caralho grosso!’, gritei. Cavalguei forte, mamas balançando, unhas nas costas dele. Ele apertou as minhas nádegas, dedo na raia, roçando o cu. ‘Queres aí?’, perguntou rouco. ‘Sim, fode o meu cu!’, respondi, louca de tesão.

Levantei, pus lubrificante do frasco do hotel. Ele cuspiu no caralho, pressionou o cu apertado. Entrei centímetro a centímetro, dor prazerosa, cheia até rebentar. ‘Porra, que cu apertado!’, ele urrou, bombando devagar. Acelerei, mão no clitóris, orgasmos em cadeia. Primeiro na cona imaginada, depois no cu, corpo tremendo, suor pingando nos lençóis ásperos. Ele gozou fundo, jatos quentes enchendo-me.

Caímos exaustos, respiração pesada, cheiro de sexo no ar. Cinco minutos, ele levantou-se. ‘Adoro isto, mas tenho de ir’, disse, vestindo. Beijo rápido, ‘obrigada pela loucura’. Saiu, porta fechou suave.

De volta ao avião para Rio, corpo ainda dói gostoso. Cu sensível no assento, memória do caralho dele pulsando. Ninguém nos conhece, só prazer anónimo, urgente como a partida. Sorri sozinha, já ansiosa pela próxima escalada.

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