A Minha Escale Ardente em França: Seduzi o Amigo Secreto do Meu Tio

Estava de volta de Lisboa, mas um email estranho mudou tudo. Um notário em França, herança do meu tio Valentin, um pintor louco que nunca conheci. Assassinado, diziam. Escalei em Paris para apanhar um comboio para a província. Cansada, cheguei ao hotel perto da estação, ar condicionado gelado a bater na cara, o barulho distante dos aviões.

No lobby, sentei-me no bar, pernas cruzadas, saia curta por causa do calor. Ele apareceu: Auguste, o amigo do tio, alto, barba grisalha, olhos famintos. ‘Você deve ser a sobrinha’, disse com sotaque francês grosso. Brindámos ao tio, ele contou histórias. O Valentin desenhava sexes, conas e caralhos com precisão de foto, mas eróticos. Fazia as clientes gozarem para inspirar-se. Ri, nervosas, o vinho a aquecer o ventre. ‘Queres ver os desenhos?’, perguntou, mão no meu joelho. A tensão subiu, olhares cruzados, o cheiro a tabaco dele misturado com o meu perfume.

A Chegada e o Encontro no Lobby

Subimos ao quarto dele, urgência no ar. A porta fechou, clim a zumbir, cortinas semi-abertas deixando entrar a luz moite da noite. Beijámo-nos contra a parede, línguas urgentes, mãos a rasgar roupas. ‘Quero-te agora’, murmurou. Tirei a blusa, sutiã a cair, mamas livres, mamilos duros pelo frio. Ele chupou-os, forte, dentes a roçar. Desci a mão à calças dele, caralho duro, grosso, latejante. ‘Gostas?’, perguntei, voz rouca. ‘Foda-se, sim’, grunhiu.

Empurrei-o para a cama, lençóis ásperos de hotel, cheiro a limpo químico. ajoelhei-me, abri a braguilha, caralho aos saltos, veias inchadas, cabeça vermelha. Lambi devagar, gosto salgado de suor, bolas pesadas na mão. Chupei fundo, garganta a apertar, ele gemeu ‘Puta que pariu, que boca’. Cuspi, saliva a escorrer, meti dois dedos no cu dele, próstata a pulsar. Ele agarrou-me o cabelo, fodeu a boca, rápido, urgente.

O Sexo Selvagem na Quarto de Hotel

Virei-me de quatro, cona molhada, lábios inchados, sumos a pingar coxas. ‘Mete já, fode-me forte’. Entrou de rompante, caralho a encher-me, bolas a bater no cu. Ritmo selvagem, cama a ranger, suor a colar-nos. ‘Mais fundo, caralho!’, gritei. Virou-me, pernas nos ombros, cona exposta, clítoris a latejar. Dedos no cu enquanto fodia, eu a gozar, jatos quentes, corpo a tremer. Ele acelerou, ‘Vou gozar’, e encheu-me, porra quente a transbordar, misturada com os meus sumos.

Ficámos ofegantes, clim gelado na pele suada, gosto de sal nos beiços. ‘Foi incrível’, disse ele, mão na minha cona ainda sensível. Levantei-me, duche rápida, água morna a lavar o cheiro de sexo. Vesti-me, beijo rápido. ‘Segredo nosso’, sorri.

No comboio de manhã, corpo ainda dorido, cona latejante, sorriso nos lábios. Ninguém sabe, anonimato perfeito. O tio Valentin teria aprovado. Aquela escala, pura liberdade, prazer cru que levo comigo. Volto a Portugal, mas o fogo fica.

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