Estava em viagem de negócios para Paris, mas o voo atrasou horas. Escale imprévue num hotel antigo no centro, daqueles haussmannianos com elevador rangente e cheiro a cera velha. Empurrei a porta pesada, cortei o lobby fresco da clim, mala na mão, cansada mas excitada pela liberdade. Ninguém me conhece aqui. Sou portuguesa, 28 anos, solteira e aberta a aventuras.
No balcão, ela. Mulher de 35, morena curta, maquilhagem impecável – olhos verdes realçados, lábios vermelhos. Sorriso cúmplice. ‘Primeira vez em Paris?’, perguntou em francês suave, mas eu respondi em inglês. Café no bar do hotel? Aceitei. Sentámo-nos perto, pernas roçavam debaixo da mesa pequena. ‘Chamo-me Sofia’, disse, tocando meu braço. Eu, Maria. Falámos de viagens, olhares demorados. O sal do suor na pele dela, calor húmido da noite lá fora, motores distantes de aviões. Tensão subia. ‘Meu quarto é no quinto. Vem ver a vista?’, sussurrou. Meu voo amanhã cedo. Urgência perfeita.
O Encontro no Lobby e a Tensão que Cresce
Subimos no elevador apertado. Portas fecharam, ela pressionou-me contra a parede, beijo molhado, língua faminta. ‘Quero-te agora’, murmurou. Digicode, entramos no quarto espaçoso – lençóis brancos hotel, ar condicionado gelado nos peitos. Ela trancou, tirou casaco, revelando jarreteiras. Presenteou-me lingerie vermelha de uma caixa. ‘Prova.’ Trepidi, despi, vesti o conjunto – renda a roçar a cona molhada.
Dançámos lento, mãos no rabo dela firme. Beijos no pescoço, mordidas. Caí no sofá-cama que se abriu com zumbido. ‘Fode-me, Maria.’ Deitei-a, beijei seios grandes, mamilos duros como pedras. Lambi ventre, cheguei à cona raspada, nectar salgado e doce. Dedos dentro, dois, curvados no ponto G. Ela gemia alto, ‘Mais forte, caralho!’ Gozou tremendo, esguichando na minha boca.
O Sexo Intenso e a Urgência do Adeus
Meu turno. Ela me comeu voraz – língua na clit’s inchada, dedos a foder fundo. ‘Estás tão molhada, puta.’ Virei de quatro, ela enfiou a língua no cu, dedos na cona. Gozei gritando, corpo convulso, suor misturado ao dela, gosto de sal na pele. 69 depois, conas roçando, lambidas cruas até exaustão. Drapos amarrotados, cheiro a sexo no ar.
Horas depois, no táxi pro aeroporto. Corpo ainda latejava, cona sensível nos jeans. Anónima, sem números trocados. Só prazer puro, urgência do partida. No avião, lembro o gemido dela, o frio da clim, o sal. Sorrio. Volto quando quiser.