Estava em viagem de negócios de Lisboa para Barcelona, mas o voo atrasou por causa de uma tempestade. Escale forçada em Madrid, num hotelzinho perto do aeroporto. Cheguei exausta, suada da humidade pegajosa da noite espanhola. O lobby estava quase vazio, só o barman e um tipo alto, moreno, com olhos famintos, sentado ao balcão. Ele sorriu, perguntou se eu queria companhia para um copo. ‘Sou Ana, de Portugal’, disse eu, sentindo já o formigueiro na barriga. Ele era Miguel, espanhol de Sevilha, também retido. Falámos de viagens, de solidão em escalas. O ar-condicionado gelado arrepiava a pele, contrastando com o calor moite lá fora. Ouvia-se o ronco distante dos aviões descolando. Bebi um gin tónico, ele aproximou-se, o joelho roçando o meu. ‘Gostas de aventuras rápidas?’, murmurou. Eu ri, nervosa, mas a cona já latejava. Subimos para o quarto dele, urgência no ar. Ninguém nos conhecia, só corpos em trânsito.
A porta mal fechou e ele colou-se a mim. Beijava com fome, língua invasora, mãos nos meus seios por cima da blusa fina. Tirei-lhe a camisola, pele salgada de suor, cheiro a homem. Ele rasgou o meu vestido de verão, expondo as tetas duras. ‘Que puta gostosa’, grunhiu, chupando os mamilos até doerem de prazer. Eu gemi, empurrando-o para a cama. Os lençóis do hotel eram ásperos, frios do AC, mas o quarto abafado. Montei nele, sentindo o caralho duro pulsar contra a minha coxa. Desabotoei as calças, agarrei aquela verga grossa, veias saltadas. ‘Quero chupar-te’, disse eu, voz rouca. Ajoelhei-me, lambi o topo salgado de pré-gozo, engoli até à garganta. Ele gemia, mãos no meu cabelo: ‘Assim, vadia, engole tudo’. O barulho dos motores vibrava no chão, urgência do voo próximo acelerava tudo.
A Rencontre no Lobby e a Tensão Crescente
Ele não aguentou, puxou-me para cima. ‘Senta nessa cona molhada’. Eu estava encharcada, escorrendo pelas coxas. Empalei-me nele, devagar, sentindo cada centímetro esticar-me. ‘Fode-me forte’, pedi, cavalgando selvagem. Ele batia de baixo, caralho a martelar o fundo. Virei-me de costas, rabo ao ar, ele agarrou as nádegas brancas, salpicadas de sardas. ‘Olha esta raba perfeita’, disse, enfiando um dedo no cu enquanto fodia. Gritei de prazer, o vibrador que trouxe na mala? Não, improvisámos com os dedos dele, molhados da minha cyprine. ‘Quero-te no cu’, sussurrei. Ele cuspiu, lubrificou, entrou devagar. Dor boa, cheia, o quarto cheirava a sexo, suor, clim gelado. Alternava: caralho na cona, dedos no cu, depois inverter. Eu gozei primeiro, jato quente molhando as coxas dele, corpo tremendo. ‘Mais, fode-me como uma puta!’, berrei. Ele acelerou, gemendo, encheu-me o cu de porra quente, escorrendo.
Ficámos ali, ofegantes, corpos colados nos lençóis amarrotados. Ele beijou-me o pescoço, ‘Foi incrível, portuguesa’. Dormitei um bocado, acordando com o alarme do voo. Levantei-me, cona e cu latejando, porra seca na pele. Tomei duche rápido, água escaldante lavando o sal e o gozo. Despedi-mo-nos no lobby, sorriso cúmplice, sem números, sem nomes verdadeiros. No táxi para o aeroporto, o sol nascia, calor moite outra vez. Senti o prazer pulsar ainda, anonimato perfeito. Ninguém em Lisboa saberia. Sorri sozinha: melhor escale da vida. Volto a Barcelona, mas levo este segredo carnudo no corpo.