Estava em escala em Bruxelas, voo atrasado por causa de uma tempestade. Cheguei ao hotel perto do aeroporto, suada da viagem, o ar quente e húmido da noite a colar na pele. No lobby, vi-o: alto, moreno, olhos famintos, provavelmente belga, com sotaque misturado. Sorri, ele retribuiu. ‘Primeira vez aqui?’, perguntei, voz baixa, inclinando-me no balcão. Ele riu, ‘E tu, portuguesa fogosa?’. Convidei-o para os termas do hotel, parte nudista, disse-lhe que adorava o desconhecido, a liberdade de ser ninguém ali.
Nos vestiários abertos, despimo-nos devagar. O meu corpo nu, seios firmes, cona depilada a brilhar de excitação. Ele, caralho grosso, já meia-bomba, bolas pesadas. Peignoirs soltos, entramos no hammam. Vapor denso, cheiro a eucalipto, suor a perlar. Sentámo-nos perto, coxas a roçarem. ‘Gostas de strangeiros?’, murmurou, mão na minha perna. Hesitei, ‘Adoro… mas é urgente, o meu voo é de madrugada’. A tensão subiu, olhares crus, o calor moite a fazer-nos ofegar. Sauna a 65°, seco como o inferno, corpos nus colados no banco de madeira. Toquei-lhe no peito, desci à barriga, ele gemeu baixo. ‘Vem comigo para o privativo’, sussurrei, coração a bater forte.
O Encontro no Lobby e a Tensão nos Termas
No complexo privado, reservado por duas horas só para nós – hammam, sauna, piscina quente. Água a borbulhar no spa, luzes ténues, ruído distante de motores. Despimo-nos dos peignoirs, nus de novo. Beijei-o com fome, língua dentro da boca dele, salgado de suor. Ele agarrou-me os seios, mordeu os mamilos duros. ‘Que coninha molhada’, disse, dedo a abrir-me as lábias. Gemi, ‘Chupa-me, vai’. Deitei-me na borda, pernas abertas, ele ajoelhou-se na água morna. Língua quente no clitóris, lambidas longas, sugando as minhas pregas rosadas. Provei o sal da minha excitação na boca dele depois. ‘Agora fode-me’, ordenei, voz rouca.
O Sexo Selvagem e o Adeus Apimentado
Ele sentou-me no colo, caralho duro a entrar devagar na minha cona apertada. ‘Caralho, que quentinha’, grunhiu, ancas a bater. Eu cavalgava, água a chapinhar, clitóris roçando na base dele. Mudei para levrete na mesa de massagem, toalha áspera sob os joelhos. Ele meteu forte, bolas a bater no meu cu, mãos a apertar as nádegas. ‘Mais fundo, fode-me como uma puta de passagem!’, gritei. Dedos no clitóris, orgasmo a vir como onda, corpo a tremer, cona a contrair no pau dele. Virei-me, chupei-o voraz: boca cheia, veias pulsantes, bolas na mão. ‘Vou gozar’, avisou. Tirei, jatos quentes no meu peito, misturados ao suor.
Descansámos na piscina, corpos colados, risos ofegantes. ‘Foi doido, nunca mais te vejo’, disse eu, beijando-o uma última vez. Limpei-me, vesti-me às pressas. No quarto, ar condicionado gelado nos lençóis amarrotados, cheiro a sexo ainda no ar. Voo às 4h, ele ficou. No avião, pernas doridas, cona sensível, sorriso secreto. Anonimato perfeito, ninguém sabe. Ainda sinto o gosto do seu suor, o calor moite, o pau a pulsar. Volto a Lisboa mais viva, pronta para a próxima escala tarada.