Estava em escale imprevista em Lisboa, a caminho de um congresso no Algarve. O voo atrasou, aluguei um carro e parei na estação de serviço ao lado do supermercado para um café e gasolina. O ar estava quente e húmido, o sol a bater forte no asfalto. Eu, com um vestido leve colado à pele pelo suor, sentia-me livre, longe de tudo e de todos. Ninguém me conhecia ali.
Ele apareceu do nada, alto, com um ar de Alain Delon jovem, olhos penetrantes. Estava a encher o depósito ao lado. ‘Precisas de ajuda?’, disse com um sorriso maroto. Hesitei, mas sorri de volta. ‘Só se for para me aquecer mais’, respondi, piscando o olho. Começámos a falar. Chamava-se Marco, viajante de negócios como eu. A tensão subiu rápido. O cheiro a gasolina misturado com o dele, suor salgado. ‘Vens comigo para um canto mais fresco?’, murmurou, mão no meu braço. O coração acelerou. ‘Vamos.’
O Encontro na Estação de Serviço
Entrámos no supermercado vazio no fim da tarde, mas ele puxou-me para trás, para o armazém semi-escuro. A porta rangeu. O ar condicionado zumbia fraco, o som distante de motores na autoestrada. ‘Quero-te agora’, disse ele, voz rouca. Eu, excitada com o desconhecido, a urgência do meu voo mais tarde, assenti. ‘Fode-me sem dó.’ Ele riu baixo, virou-me contra a parede fria de metal. Mãos ásperas subiram pelas minhas coxas, levantaram o vestido. ‘Sem cuecas? Safada.’ O tecido úmido já estava encharcado.
Ele cuspiu na mão, esfregou na cona molhada. Dedos grossos entraram, dois de uma vez, mexendo forte. ‘Estás a pingar, puta.’ Gemi, o corpo a tremer. O gosto salgado da pele dele quando o beijei, suor e cigarro. Baixei-me, abri-lhe as calças. O caralho saltou, duro, veias pulsantes, cabeça roxa. Chupei com fome, língua na glande, engoli até à garganta. Ele agarrou-me o cabelo: ‘Boa boquinha de vadia de passagem.’ Gozei na boca dele primeiro, ele lambeu a cona como um lobo, clitóris inchado entre dentes.
O Sexo Intenso e Sem Limites
Virou-me, fustigou as nádegas com a mão aberta. Plaf! Plaf! A pele ardia, vermelha. ‘Gostas de apanhar?’ ‘Sim, mais!’ Meteram-se três dedos na cona, esticando, enquanto o polegar no cu. O ar cheirava a sexo, humidade moite. ‘Vira-te, abre as pernas.’ O caralho entrou de rompante, fundo, batendo no colo do útero. Fodia-me contra a prateleira, latas a cair. ‘Mais forte, caralho!’ Gritei baixo. Ele acelerou, bolas a bater no cu, suor a pingar. Gozei primeiro, cona a apertar, esguichando no chão. Ele grunhiu, encheu-me de porra quente, a escorrer pelas pernas.
Ficámos ofegantes, ele limpou-me com a camisa. ‘Foi bom, estranha.’ Sorri, vesti-me rápido. ‘Foi.’ Saí primeiro, o vestido amarrotado, corpo latejante. No carro, o AC gelado nos mamilos duros, o cheiro dele ainda na pele. Reprendi a estrada, voo à espera, mas o prazer latejava. Anónimo, sem nomes trocados, só urgência. Sorri sozinha. Da próxima escale, repito.