Escala Ardente no Metro de Paris: Minha Aventura com um Desconhecido

Estava em Paris por negócios, longe de casa, em Lisboa. Ninguém me conhece aqui, sinto essa liberdade louca, como se pudesse fazer qualquer coisa. Junho, sol a ferver, ar húmido que cola na pele. Comprei um vestido branco leve, fino, sem sutiã, abotoado na frente, até meio das coxas. Dança com os passos, decote largo. Olhares dos homens na rua, sinto o coração bater mais forte.

Desço ao metro às 17h30, hora de ponta. Quai meio vazio ainda. Olho-me num cartaz sujo, viro de lado. Abro o segundo botão, uau, de lado vê-se a aréola, o mamilo. Demasiado? Não, vim para provocar. Viro-me, quase esbarro num gajo alto, moreno, olhos famintos. Sorri.

O Encontro Casual no Quai e a Tensão Crescente

—Tens razão, fica muito melhor assim.

Fico vermelha, hesito, afasto-me. Comboio chega, pouca gente, deixo passar. Ele ainda lá, olhos em mim. Ferrado? Próximo comboio, enchente. Empurro para entrar, fico no meio, agarrada a um corrimão, saco ao ombro com roupa velha. Mulheres de lado, homens à frente, olhares no meu decote. Tremendo, peito quase a saltar.

Próxima paragem, movo-me, fico encostada a um banco. Sem apoio, um gajo agarra-me o pulso, guia a mão para uma barra. Obrigada, sorri, olha para baixo. Braço esticado, peito direito meio à vista. Esperava mãos nas nádegas, nada. Desiludida, penso em sair. Mas multidão aperta-me mais contra o banco. Solto a barra, agarro outra alta, muitas mãos por cima.

Olho à frente: é ele! Olhos no peito. Baixo a vista, horror, tecido puxado, mamilo quase fora. Viragem, inércia abre mais. Tento tapar com mão esquerda, mas ele agarra o cotovelo, nega com cabeça, puxa para baixo. Olhos arregalados, ele sorri malandro. Peito escapa, aréola toda, mamilo duro. Contraio, piora, sai todo. Abandono, excitação sobe, picadas na cona, mamilos incham.

O Prazer Intenso e Sem Filtros no Vagão

Viragem acaba, peito volta, mas ele colado a mim, sopro quente na testa. Mão na coxa, sobe a saia. Tento não reagir. Olha-me nos olhos, vê o desejo. Mão no ventre, desabotoa: um, dois, três, quatro botões. Ar fresco entre pernas, acaricia a cona por cima das cuecas. Olha peito, mamilos furam tecido. Sorri, mão dentro das coxas, sobe, dedos na borda das cuecas, desliza por baixo, na fenda molhada.

Fecho olhos, eletricidade. Dedos abrem lábios, caralho, escorrego. Sumo quente nas coxas. Dedo entra na cona encharcada, outro junta-se. Cabeça roda, medo de ser vista, mas desejo explode. Dedos saem, pego na mão dele guiando a minha para o ventre. Desliza para baixo, dentro das calças, agarro a pila dura, quente, poisa de pré-gozo. Pressiona, começo a papar.

Pé dele entre os meus, abre pernas. Dedos voltam, dois na cona, vaivém. Fecho olhos, prazer invade. Terceiro dedo, fundo todo, mordo lábios para não gemer. Excito-me, mão na pila nua, lubrifico com sumo dele, masturbo forte. Ritmo sincronizado, cada enfardo na cona, descida na pila.

Paragem, paramos. Dedos dentro, mexem piano, divino, mordo mais. Comboio arranca, acelera, cona a ferver, pila contrai, jorra porra quente na mão. Não paro, ele fode-me com dedos, gozo forte, pernas tremem, sumo escorre coxas. Tira dedos, lambe disfarçado. Sorri, beijo rápido.

Portas abrem, ele sai sem olhar. Rebotoo saia, mão no saco limpa porra no top velho. Duas paragens, saio, ar da rua arrefece pele suada. Volto ao hotel, corpo ainda a pulsar, cona sensível. Amanhã voo de regresso, anonimato intacto, mas esta memória… uff, arrepios. Liberdade de passagem, urgência do adeus, melhor sexo ever. Ninguém sabe, só eu e aquele cheiro a sal e porra no ar húmido da noite parisiense.

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