Estava em escala imprevisível em Paris, voo atrasado por uma tempestade. Cheguei suada, a blusa colando na pele com o calor úmido de abril. Fui para a terrasse de um café perto do hotel do aeroporto, pedi uma cerveja gelada. O sol alaranjado batia nos meus cabelos pretos longos, o jeans apertado marcando minhas coxas e bunda. Esperava um táxi que nunca vinha, olhando o relógio sem parar.
De repente, um scooter preto freia derrapando. O carona salta, agarra minha bolsa com força, puxa violento. Eu tropeço, caio no asfalto quente, joelho ralado, ardendo. O scooter ruge pra rua estreita. Meu coração explode de adrenalina. Mas aí… um homem da terrasse salta como um raio. Pega uma cadeira de metal, joga na roda da frente. O scooter vira, os dois caem feio no chão.
A Rencontre no Café e a Tensão Crescente
Ele corre, pega minha bolsa caída, volta pra mim. Alto, moreno, olhos azuis intensos agora que as lentes caíram. ‘Tudo bem? Eu peguei tudo.’ A voz grave, francesa sexy. Ajuda-me a levantar, braço forte na minha cintura. Sinto o calor dele, cheiro de suor misturado com colônia. ‘Obrigada… Meu Deus, que loucura.’ Caminhamos pra farmácia ali perto, sirene da polícia ao fundo. Ele passa o braço no meu pescoço, meu peito roça nele a cada passo manco. A dor no joelho some com o toque.
Na farmácia, cortam meu jeans pra tratar o arranhão. Fico de calcinha fio dental branca, vendo ele desviar o olhar mas babando nas minhas curvas. ‘Você é meu herói’, digo rindo nervosa. Polícia chega, depoimentos rápidos. Ele pede pra adiar o resto pro dia seguinte, diz que preciso descansar. No hotel dele, próximo, pra noitinha. ‘Só um drink pra acalmar.’ Aceito, pernas tremendo de excitação. No lobby, ar condicionado gelado arrepiando a pele, motores de aviões roncando longe.
No quarto, cheiro de lençóis frescos de hotel. Sirvo uísque, cognac pra mim. ‘Me ajuda com isso?’, peço, tirando a blusa. Seios livres, mamilos duros. Ele engole seco. ‘Caralho, você é linda.’ Beijo urgente, línguas quentes, gosto de cerveja e sal na pele dele. Mãos dele apertam minha bunda, dedos escorregam pro meio, roçando a cona molhada pela calcinha. ‘Fode-me agora, antes do meu voo amanhã. Ninguém nos conhece aqui.’
Paixão Intensa no Quarto de Hotel
Jogo ele na cama, monto no pau duro, grosso, latejando. Rasgo a camisinha, engulo com a cona gulosa, sucos escorrendo pelas coxas. ‘Ahh… que pau delicioso, estrangeiro.’ Ele geme, chupa meus peitos fartos, mordendo mamilos. Bombo alto, pele batendo, suor pingando. Viro de quatro, ele mete fundo no cu treinado, lubrificado pela minha gozada. ‘Toma, sua putinha portuguesa safada.’ Dedos no clitóris, orgasmo me rasga, contraio o cu no caralho dele. Ele goza forte, jatos quentes enchendo meu rabo.
Não para. Me chupa a cona inchada, língua no grelo, dedos no cu gozado. Gozo na boca dele, grito abafado no travesseiro. Ele me fode de lado, perna no ar, sentindo o cheiro moite da noite pela janela entreaberta. Clima gelado contrasta com nossos corpos pegando fogo. Horas depois, exaustos, colados nos lençóis úmidos.
No aeroporto cedo, beijo de despedida. ‘Foi insano, obrigada pela salvação… e pelo resto.’ Ele sorri, ‘Volte sempre.’ No avião, corpo dolorido mas satisfeito, cheiro dele ainda na pele, gozo secando nas coxas. Anonimato perfeito, só lembrança carnal. Liberdade de viagem: foder sem amanhã, urgência do adeus tornando tudo mais intenso. Ainda sinto o pau dele pulsando dentro de mim.