Estava em Lisboa, escala imprevista antes das férias no Algarve. Calor moite da noite, ar condicionado do comboio fraco, cheirava a diesel e maresia distante. Peguei o TGV noturno para Faro, cheguei cedo à estação. No buffet, comprei um livro de contos eróticos, ‘Voo dos Desejos’. Sentei-me sozinha, pernas cruzadas, saia justa subindo um pouco nas coxas.
Abri o livro. Uma história de uma mulher num compartimento vazio, contra a janela ao crepúsculo. O barulho das rodas nos carris. De repente, porta abre, presença atrás. Mãos delicadas nos ombros, descem, tocam sem pedir. Ela não reage, corpo trai-a, deixa-se foder por trás sem ver a cara. Li, cona já húmida. Imagino-me ali. Olhos vidrados no vidro escuro, comboio balança.
A Escala Imprevista e o Encontro que Acendeu o Fogo
Um homem entra no buffet. Estrangeiro, uns 50 anos, fato elegante mas amarrotado, olhar faminto. Senta ao lado, sorri. ‘Boa noite, viagem longa?’ Voz grave, sotaque francês. Eu, Ana, 42 anos, divorciada, aberta a aventuras. ‘Sim, para o sol. E tu?’ Conversa banal, mas tensão cresce. Ele cheira a colónia forte, suor leve. Olhos dele nas minhas pernas, decote. Sinto o calor subir. Comboio apita, partimos.
No meu compartimento, sozinha por sorte. Ele pediu o ao lado. Leio mais, remexo na cadeira, coxas apertam. Saio para o corredor, entro num vazio, imito a história. Encosto à janela fria. Luzes da noite passam, motores roncam ao fundo. Coração bate forte. Porta desliza devagar. Presença atrás, respiração quente no pescoço. Não me viro. Liberdade do anónimo, ninguém me conhece aqui.
Mãos nos ombros, firmes mas suaves. Arrepio. Dedos descem ao colarinho da blusa, desabotoam devagar. Suspiro, ‘Sim…’. Ele não fala. Mãos infiltram-se por trás, tocam a pele dos rins, sobem ao soutien de renda. Apalpa os peitos, polegares nos mamilos duros. ‘Ahh…’, gemo baixo. Pernas tremem, cona pinga. Ele pressiona o pau duro contra as minhas nádegas, saia sobe sozinha.
O Gozo Explosivo e o Adeus Sem Palavras
Sinto o tecido raspar as coxas, jarreteiras apertam os collants. Ele baixa a saia devagar, infinita. Ar fresco nos glúteos. Dedos no elástico da tanga branca, puxa para baixo, fica nos joelhos. Abro as pernas, ofereço-me. Glande roça a cona ensopada, pelinhos molhados colam. ‘Fode-me…’, sussurro. Ele agarra as ancas, crava o caralho grosso de uma vez. ‘Porraaaa!’, grito abafado. Enche-me toda, anos sem assim.
Comboio sacode, ele bombar forte, pausada. Cona aperta o pau, sumos escorrem pelas coxas. ‘Mais fundo, caralho!’, peço. Ele obedece, mete à bruta, bolas batem no cu. Peitos esmagados no vidro gelado, mamilos roçam. Cheiro a sexo, suor salgado na pele. Ele agarra os peitos por baixo da blusa, pinça mamilos. Eu rebolo o cu contra ele, urgente. ‘Vou gozar…’, aviso. Ele acelera, ‘Toma a minha porra!’. Cona explode, esguicho molha o chão. Ele ruge, jorra quente dentro, enche-me.
Desaba em mim um segundo, depois sai. Arruma-me a tanga, puxa saia, beijo leve no pescoço. Porta fecha, some. Fico ali, pernas moles, cona a pulsar com o gozo dele escorrendo. Visto-me, volto ao meu lugar. Ele? Desapareceu no corredor. Comboio segue, Faro espera. Corpo ainda treme, pele arrepia com o frio do vidro, gosto de sal nos lábios. Anónimo perfeito, urgência do adeus. Sorrio sozinha. Melhor foda da vida, longe de tudo. Amanhã, sol e mar, mas isto fica gravado na cona.