Estava de volta de um congresso em Madrid, mas o voo atrasou e acabei numa escale inesperada em Paris. Hotel perto do aeroporto Charles de Gaulle, daqueles impersonais, com ar condicionado gelado e o ronco distante dos aviões a ecoar pela noite. Cheguei suada da viagem, a saia leve colada às coxas pela humidade moite. No lobby, sentei-me numa mesa alta, pernas cruzadas, a beber um copo de vinho tinto para acalmar os nervos. Ninguém me conhecia aqui. Liberdade total, sabe? Aquela excitação do desconhecido que me põe a cona a pulsar.
Ele apareceu do nada. Um rapaz francês, uns 25 anos, alto, tímido, com olhos castanhos que não paravam quietos. Vestia calça de fato amarrotada, camisa aberta no colarinho. Passava e repassava à minha frente, fingindo ler o telemóvel. Sorri para mim uma vez, corou. ‘Bonsoir’, disse baixinho. Respondi em francês chapado, com sotaque português que o fez sorrir. Antoine, chamava-se. Falámos de viagens, de atrasos chatos. Senti o olhar dele a descer para as minhas pernas. Levantei-me um bocadinho, a saia subiu. Ele engoliu em seco. Num momento, ao ajeitar-me na cadeira, levantei a perna direita para empurrar-me para trás. A saia abriu-se. Vi os olhos dele fixos: a minha cueca de algodão branco, um bocadinho velha, a marcar a fenda da cona. Poios negros a espreitar pelo lado. Ele viu tudo, uns segundos eternos. Corei, mas excitei-me. Rabatei a saia devagar, piscando o olho. ‘Gostas do que viste?’
O Encontro Fortuito no Lobby
A tensão subiu como foguete. ‘Quarto 312’, sussurrei. Subimos no elevador, mãos já a roçar. A porta mal fechou e beijávamo-nos com fome. O quarto cheirava a limpeza química, lençóis ásperos de hotel, ar condicionado a zumbir. Tirei a blusa, os seios livres, mamilos duros. Ele gemeu, ‘Mon Dieu, tu es parfaite’. Desabotoou a camisa, a picha já dura a forçar as calças. Tirei-lhe a camisola, beijei o peito suado. Salgado, como mar. Ele ajoelhou-se, levantou-me a saia. ‘Deixa-me provar’. Lambeu-me por cima da cueca, depois puxou-a de lado. A língua na cona molhada, chupando o clitóris. ‘Assim, caralho, mais forte’. Gemi alto, as pernas a tremer. O barulho dos aviões ao fundo tornava tudo urgente.
O Sexo Intenso e o Adeus
Deitei-me na cama, pernas abertas. ‘Fode-me agora’. Ele tirou as calças, a picha grossa, veias saltadas, cabeça vermelha. Condão? Nem pensar, era de passagem. Entrou devagar, esticando-me toda. ‘Que cona apertada’, rosnou. Comecei a mexer os quadris, cavalgando-o. Ele agarrou-me as tetas, pinçando os mamilos. ‘Mais rápido, Antoine, fode-me como um homem’. Batia forte, o som molhado da cona a engolir a picha. Virei-me de quatro, ele atrás, a dar palmadas no cu. ‘Gostas? Dizes que sim’. ‘Sim, fode o meu cu também’. Molhou o dedo na cona e meteu no rabo, enquanto me penetrava. Gozei primeiro, a cona a contrair, jatos quentes. Ele veio logo, enchendo-me de porra quente, escorrendo pelas coxas. Ficámos ofegantes, suor misturado, o sal na pele.
De manhã, levantei-me cedo. Ele dormia nu, picha mole. Beijei-o na boca. ‘Foi incrível, mas tenho de ir. Ninguém sabe’. Tomei duche rápido, o vapor a embaçar o espelho, ainda a sentir o cheiro dele na pele. No táxi para o aeroporto, o sol a nascer, o corpo dolorido mas satisfeito. A cona inchada, a porra seca nas cuecas. Sorri sozinha. Anonimato total, prazer puro. Já penso na próxima escale. Aquela imagem da cueca vista por ele? Ficou gravada nos dois. Mudou a viagem toda.