Estava em escala em Paris, voo de Lisboa para Nova Iorque atrasado por uma tempestade. Cheguei ao hotel perto do aeroporto Charles de Gaulle, exausta mas com aquela liberdade de quem ninguém conhece. O lobby era um misto de luzes baixas, cheiro de café forte e zumbido distante dos motores. Sentei-me no bar escondido, um canto secreto que parecia saído de um sonho surrealista.
Ele apareceu primeiro: um francês alto, olhos penetrantes, sorriso malicioso. Chamava-se Lucas. Falámos de viagens, de noites loucas. A química veio rápida, olhares que queimavam. Tocou a minha mão, dedos quentes. ‘Queres aventura?’, sussurrou. Eu ri, nervosa, excitada. ‘Sempre.’ Então ela surgiu: Sofia, uma morena de 22 anos, corpo perfeito, olhos verdes tímidos. Vinha com ele, ou talvez não. Sentou-se ao meu lado, pernas roçando as minhas. O ar condicionado gelava a pele, mas o calor entre nós subia. Bebemos shots, risos soltos. Ela confessou: ‘Adoro mostrar-me, mas só para quem merece.’ Eu senti o pulso acelerar, o vestido colando à pele suada.
O Encontro no Lobby e a Tensão que Cresce
Saímos para o meu quarto no 7º andar. A urgência do voo amanhã tornava tudo elétrico – ninguém para julgar, só prazer puro. A porta fechou com um clique. Despi-me devagar, sentindo o olhar deles. ‘Mostra-me o teu abricote’, disse ele, ecoando algo que ela murmurara no bar. Ela riu, abriu as pernas na cama, lençóis ásperos de hotel roçando a pele. O quarto cheirava a moite, àquele calor parisiense que entra pelas frestas.
Comecei por ela. Ajoelhei-me, beijei a sua boceta lisa, gosto salgado misturado com desejo. Ela gemeu, ‘Lambe mais fundo, Ana.’ Ele assistia, caralho duro na mão. Chupei o clitóris dela, inchado, sugando como ela adorava. ‘Agora o cu’, pediu ela, voz trémula. Lubrifiquei com a saliva dela, enfiei um dedo no ânus apertado. Ela arqueou, gritando baixo. Ele veio por trás de mim, meteu-me a pila na cona sem aviso, forte, ritmado. ‘Fode-me como uma puta de passagem’, gemi eu, sentindo o slap slap da pele. O som dos aviões ao longe misturava-se aos nossos gemidos.
A Foda Sem Filtros no Quarto do Hotel
Trocámos. Ela montou-me a cara, boceta pingando no meu queixo enquanto ele me sodomizava. ‘Mais fundo no cu dela’, ordenei. Ele obedeceu, pila grossa abrindo-me, dor prazerosa. Ela gozou primeiro: jorrou squirt na minha boca, cyprine quente escorrendo pelo pescoço. ‘Caralho, que delícia’, arfei. Virei-a de quatro, ele fodeu-lhe a cona enquanto eu lambia o cu dela, dedos dentro. Ela gritava: ‘Enche-me o cu, por favor!’ Peguei no vibrador da mala – preto, enorme. Enfiei devagar no ânus dela, vendo abrir, ela empurrando contra. ‘Aiii, sim, fode o meu cu!’ Ele meteu na cona ao mesmo tempo, double penetration que a fez tremer. Eu masturbava-me, vendo-os.
Ele não aguentou: puxou-me, meteu na minha boca gulosa, gozando grosso, salgado, engoli tudo. Ela veio outra vez, squirt molhando os lençóis até aos joelhos. Caímos exaustos, corpos colados, suor salgado na pele, clim gelando o ar quente. ‘Foi o melhor da minha vida’, murmurou ela, beijando-me.
De manhã, no táxi para o aeroporto, o corpo ainda latejava. Olhei para eles uma última vez no lobby, sorrisos cúmplices. No avião, o ronco dos motores trazia flashes: o gosto dela na língua, a pila dele no cu, o squirt molhado. Ninguém saberá. Foi só uma escala, mas o prazer fica para sempre. Liberdade de estranho, urgência do adeus. Volto a Lisboa mudada, molhada só de lembrar.