Estava de regresso de um congresso em Madrid, mas o voo atrasou e acabei por ter uma escala de uma noite em Lisboa. Instalei-me no Hotel Van der Valk Sélys, daqueles luxuosos perto do aeroporto. O ar condicionado gelado do lobby batia na pele suada da viagem, e o zumbido distante dos aviões lembrava-me que era só passageira. Ninguém me conhecia aqui, longe de casa, livre para o que desse e viesse.
Deitei a mala no quarto, mas antes verifiquei o telemóvel por hábito. Mensagem no Messenger, de um número desconhecido: [0474… quer contactar-te]. Aceitei, curiosa. ‘Estás livre esta noite? Um amigo deu-me o teu contacto, 250€ pela noite, sou activo. Quarto 312, 20h?’. Ri-me sozinha. Erro de número, claro. Procurava uma escort, mas caiu numa portuguesa safada como eu. ‘Que amigo? Careca de 65?’, respondi para testar. Ele rebateu rápido: ‘Não, 45 como eu, loiro alto. Envia foto.’.
A Escala Imprévue e o Encontro no Lobby
Mandei um selfie decotado, do peito para cima, com o top justo que usava. ‘Limpo? Ok, 20h no bar, lenço vermelho.’, disse eu, coração a acelerar com a loucura. Tomei um duche rápido, a água quente a lavar o cansaço, mas a excitação crescia. Vista o vestido leve, sem sutiã, os mamilos a roçar no tecido. Desci ao bar, pedi um gin tónico fresco, o gelo a tilintar. Senti uma mão no ombro. Virei-me: homem de 45, fato impecável, olhos famintos. ‘Dúvida resolvida, pareces mais jovem ao vivo. Vamos?’,
Subimos no elevador, silêncio elétrico. No quarto, cheiro a limpo misturado com o dele, suor leve. ‘Como costumas?’, perguntou, voz rouca. ‘Despimo-nos devagar, eu cuido de ti primeiro’, sussurrei, aproximando-me. Ele colou-se à porta, eu tirei-lhe a gravata, desabotoei a camisa, sentindo o peito largo. Ele largou os sapatos aos tropeções. Beijei o pescoço, salgado de suor, desci à barriga, língua no umbigo. Ele ergueu os quadris, eu baixei as calças e cuecas. O caralho dele saltou, duro, médio mas grosso, veias pulsantes.
A Foda Intensa na Quarto e o Adeus Apressado
‘Oh, grande!’, fingi surpresa, lambendo o pré-gozo salgado na glande. Ele gemeu: ‘Chupas bem, vadia.’. Engoli-o todo, garganta apertada, saliva escorrendo. Ele agarrou-me o cabelo, fodi a boca dele com ritmo urgente. ‘Preciso de mais…’, peguei no preservativo da mala, gel e poppers. Desenrolei no pau dele, untei-me a cona molhada. ‘Poppers? Para relaxar o cu… quer dizer, a tua boceta.’, riu ele, pomposo. Inalei, corpo a tremer de tesão químico, sentei-me nele devagar. ‘Devagar, estás apertadinha…’, gemeu ele.
Empalei-me, a cona a engolir o caralho todo, quente e cheio. ‘Fode-me forte!’, pedi, cavalgando, mamilos duros roçando o peito dele. Ele agarrou as minhas nádegas, batendo de baixo, bolas a chapinhar no cu. Gemi alto, ‘Sim, caralho, mais fundo!’, a cama rangia, ar condicionado zumbia, aviões rugiam lá fora. Mudei de posição, ele por cima, pernas ao ombro, fodia como um animal, suor pingando na minha pele. ‘Vou gozar!’, grunhiu, enchendo a capote com jatos quentes. Eu vim logo depois, cona a pulsar, sumo escorrendo pelas coxas.
Ficámos ofegantes nos lençóis amarrotados, cheiro a sexo no ar. Ele deu os 250€, beijo rápido. ‘Foi brutal, volta sempre.’, disse. Saí apressada, corpo ainda a formigar, cona sensível a cada passo. No táxi para o aeroporto, à meia-noite, o calor húmido da noite lisboeta na pele, revivi tudo: o gosto salgado, os gemidos, a urgência. Ninguém saberá, anonimato perfeito. Amanhã sigo viagem, mas este fogo fica comigo, pronto para a próxima escala.