Estava de férias, escapada para a Suíça, um daqueles voos com escala que viram aventura. Peguei um trenzinho vermelho, daqueles antigos, subindo as montanhas da Helvétia. Ar puro, paisagens de cair o queixo, mas o trem… ai, que inferno. Sacolejava sem parar, bancos de madeira dura, rangidos ensurdecedores. Eu, espremida entre um turista gordo alemão e uma senhora enorme de calças de veludo. Do outro lado, ele. Um sueco alto, loiro, olhos azuis penetrantes, mochila pesada no colo.
Nossos olhares se cruzam. Sorrio, ele retribui. O trem vira forte, todo mundo se agarra. Aproveito, estico a perna, boto o pé calçado de bota de montanha entre a coxa dele e a da senhora. Levanto a saia xadrez – sem calcinha, óbvio, adoro essa liberdade em viagens. Deixo ele ver. Minhas coxas grossas, a cona depilada, lábios rosados brilhando de excitação. Ele pisca, olha em volta. Ninguém nota. Seus olhos voltam pros meus, famintos.
O Trem Sacolejante e o Olhar Proibido
Eu abaixo a saia um pouco, mas levanto o outro pé. Agora os dois entre as pernas dele. A saia sobe mais, expondo tudo: o monte da buceta, a pelinha curta em cima, molhada já. Ele endurece, vejo o volume na calça. Sorrio safada. O trem para na estação final. Gente se levanta, confusão. A senhora me empurra pro lado dele. Caio no colo, sinto o pau duro contra mim. Nossas bocas se encontram. Beijo guloso, línguas brigando, mãos nas coxas dele apertando a carne.
O wagon esvazia. Controlador tosse, ‘Hum!’. Saímos, ele pega minha mochila pesada. Sem palavras, pego na mão dele, levo pro hangar ali perto. Vento gelado da montanha, cheiro de pinho e diesel. Fecho a porta enferrujada. Beijo forte, minhas mãos nas nádegas dele, apertando o cu firme. Ele geme na minha boca. Desço, abro o zíper, saco o caralho grosso, veias pulsando, cabeça vermelha. Chupo devagar, lambo a glande salgada de suor, engulo até a garganta. Ele segura minha cabeça, fode minha boca. ‘Porra, que delícia…’, murmura em inglês ruim.
Explosão de Prazer no Hangar Escondido
Levanto, ele me vira contra a parede fria. Levanta minha saia, mete a cara na cona. Língua quente lambendo os lábios, chupando o clitóris inchado. ‘Tão molhada…’, diz. Gozo rápido, pernas tremendo, suco escorrendo no queixo dele. Troca saliva no beijo, gosto meu próprio mel. Viro de costas, ofereço o cu. Ele cospe na mão, esfrega no meu buraco apertado. ‘Vai, fode meu cu!’, peço rouca. Entra devagar, centímetro por centímetro, esticando tudo. Dor boa vira prazer puro. Ele soca forte, bolas batendo na buceta. Clima úmido do hangar, suor salgado na pele, motores distantes roncam. Grito baixo, ‘Mais fundo, caralho!’. Ele acelera, geme alto. Gozo de novo, cu apertando o pau dele. Ele explode dentro, porra quente enchendo meu rabo.
Respiro ofegante, viro, dou um beijo leve. Abaixo a saia, pego a mochila. ‘Obrigada pela aventura’, digo piscando. Saio rápida, vento gelado secando o suor. Ele fica lá, calça arriada, pau mole pingando. Desço a trilha íngreme, coração acelerado. Ninguém sabe meu nome, ele some amanhã. Sento no trem de volta, cona e cu latejando, cheiro de sexo na pele. Sorrio sozinha. Liberdade de viagem, ninguém julga. Essa memória vai me foder nas noites quentes em Lisboa.