Estava a caminho de Madrid por negócios, mas o voo atrasou. Escala forçada em Paris, noite inteira no hotel do aeroporto. Senti aquela liberdade louca, longe de tudo, ninguém me conhece aqui. Vista a mini-vestido preto colado, decote até o umbigo, meus peitos 105D pós-cirurgia saltando livres, sem sutiã. Os bicos endurecidos roçando o tecido fino. Sem calcinha, só meias arrastão e saltos de 15cm que arqueiam minha bunda. Ar condicionado gelado no lobby me arrepiou toda.
Sentei no bar, pernas cruzadas alto, sentindo o couro da banqueta no rabo nu. Ele apareceu: alto, moreno, tipo espanhol perdido em Paris. Olhar devorando meu decote. ‘Boa noite, portuguesa?’, sorriu. Respondi com voz rouca: ‘Sim, e tu?’. Champagne na mão dele, brindamos. Conversa solta, ele notou tudo. ‘Esses seios… incríveis’. Corei, mas abri mais as pernas de leve, sentindo o ar fresco na cona depilada. Tensão subindo, mãos roçando coxas. ‘Meu quarto é ali em cima’, sussurrou. Coração acelerado, barulho dos aviões ao fundo. Fui atrás, andado rebolado, mini subindo, mostrando renda das meias.
A Escala Imprevista e o Flertes no Lobby
No elevador, ele me encostou na parede, boca no meu pescoço, cheiro de suor e colônia. Chegamos no quarto, porta bateu. Luz fraca, cama com lençóis brancos de hotel. Ele rasgou o vestido pra baixo, peitos pulando livres. ‘Caralho, que ubras perfeitas’. Chupou um bico forte, mordendo, eu gemi alto. Mãos dele na minha bunda, dedos na cona molhada. ‘Tá encharcada, puta’. Deitei de costas, ele lambeu minha buceta, língua no clitóris, dedão no cu. Gozei rápido, pernas tremendo, gosto salgado no ar úmido.
O Sexo Intenso e o Adeus Apimentado
‘Quero te foder agora’. Virei de quatro, ele meteu na cona de uma vez, pau grosso me enchendo. Pancadas fortes, peitos balançando, barulho molhado. ‘Mais fundo, vai!’. Ele cuspiu no cu, dedo abrindo. ‘Vou te arrombar’. Tirei o pau, posicionei na entrada do cu. Doía bom, glandão forçando, entrei devagar. ‘Aiii, fode meu cu, porra!’. Ritmo louco, ele batendo na bunda, eu me masturbando a cona. Suor escorrendo, pele salgada na boca dele. Gozei gritando, cu apertando o pau dele. Ele acelerou, ‘Vou gozar dentro!’. Jatos quentes me enchendo, escorrendo perna abaixo.
Ficamos ofegantes, clim gelado nos corpos suados. Ele limpou com a boca, me chupando limpa. Rimos, champagne morno na mesa. Mas o voo chamava. Vestir rápido, mini amarrotada, cu latejando gostoso. ‘Volta quando quiser, minha portuguesa safada’. Beijo molhado no lobby, ele apertando peito. Voltei pro aeroporto, pernas moles, cheiro de sexo na pele. Avião decolando, memória viva: anonimato puro, prazer que ainda pulsa na cona. Da próxima, repito.