A Minha Escale Ardente em Niamey: Fodida por um Estranho no Hotel

Estava em viagem de negócios para o Chade, voo de Lisboa com escala em Niamey. Tudo bem planeado, mas… atraso de horas. ‘Merda’, pensei, suada no aeroporto quente. Peguei shuttle pro hotel de trânsito, um daqueles genéricos perto da pista. Ar condicionado a bombar no lobby, cheiro a café queimado e suor misturado. Sentei no bar, copo de gin fresco na mão, pernas cruzadas, saia curta por causa do calor.

Ele apareceu do nada. Alto, haoussa provavelmente, pele escura brilhante, camisa aberta no peito musculado. ‘Boa noite, nasara’, disse com sotaque grosso, sorriso maroto. Nasara? Estrangeira, tipo os brancos por ali. Ri, ‘Portuguesa, na verdade. E tu?’. Karim, comerciante de Nguigmi, trafegos pro deserto. Olhos dele nos meus peitos, eu senti o formigueiro. Conversa solta: viagens, calor do Sahel, liberdade longe de casa. Ninguém nos conhece aqui. Mão dele roça minha coxa ‘sem querer’. Coração acelera, cona já húmida. ‘Quarto 312, se quiseres continuar o copo lá’, murmurou. Hesitei? Nem por isso. Levantei, ‘Vamos’. Urgência no ar, aviões rugindo ao fundo.

O Encontro no Lobby e a Tensão que Cresce

Porta bateu, luz fraca, AC gelado contra pele quente. Ele me agarra, beijos famintos, língua grossa invadindo. Rasguei camisa dele, peito duro, suor salgado na boca. ‘Quero-te agora’, rosna. Despejo saia, calcinha molhada cai. Ele ajoelha, boca na cona, chupa clítoris como louco. ‘Ahh, caralho…’, gemi, pernas tremendo. Pau dele? Enorme, veiudo, duro como pedra. Peguei, chupei gulosa, gosto salgado de pré-gozo, bolas pesadas na mão. Ele geme baixo, ‘Boa boca, puta branca’.

O Sexo Selvagem na Quarto do Hotel

Virei de quatro na cama, lençóis ásperos de hotel, cheiro a desinfectante. ‘Mete, fode-me forte’. Ele cospe na cona, caralho empurra devagar. Dói? Um pouco, grosso demais, mas prazer explode. Enche-me toda, ventre cheio. Bate nas nádegas, pa pa pa, ritmo animal. Suor pinga, pele cola, calor úmido da noite entra pela janela entreaberta. Motores distantes vibram no corpo. ‘Mais fundo, sim!’, grito. Ele agarra cabelo, fode selvagem, bolas batem no cu. Sinto gozo vir, cona aperta pau, jorro molha lençóis. Ele grunhe, ‘Vou gozar!’, enche-me de porra quente, escorrendo coxas.

Ficamos ofegantes, ele ainda dentro, palpitando. ‘Foi bom, nasara’, ri. Limpou-se rápido, vestiu. ‘Amanhã trafego pro deserto’. Beijo rápido, porta fecha. Duchei, porra e suor pelo ralo, corpo dormente de prazer. De manhã, shuttle pro aeroporto, voo parte. Ele? Sumiu no anonimato. Sento no avião, cona ainda sensível, sorriso safado. Ninguém sabe, só eu. Liberdade de passageira, urgência do adeus. Volto a Lisboa com memória ardente, dedos na mala pensando no pau dele. Quero mais escalas assim.

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