Estava em Bangkok há uns dias, numa viagem de negócios que virou férias improvisadas. Evitei o caos de Khao San, desci para Sukhumvit, mais mais abaixo, para além de Ekamai, nos bairros populares. Ar quente e úmido da noite, cheiro de frutas maduras nos mercados de rua, motos zumbindo ao longe. Fiquei numa guest house simples, ar condicionado fraco, lençóis ásperos mas frescos.
Reparei num salão de massagem ali perto. Pedi um ‘djep djep’, daqueles fortes, que doem mas deixam a gente leve. A masseuse, Lilo, tinha uns 30 anos, magrinha, um palmo mais baixa que eu. Olhos pretos puxados, como japonesa, cabelo curto, franja reta, sorriso com covinhas. Não era linda de cinema, mas tinha um charme… sensual, discreto. Guia-me para a sala escura, matelazes no chão, cortinas finas. Dou-me um short leve, sai.
A Escale Imprevista e o Encontro no Salão de Massagem
Deito-me de bruços. Ela volta, abre um bocadinho a cortina. Começa nas pernas, pressiona os meridianos. Abro os olhos, miro-a. Corpo tonificado, peitinhos pequenos sob a blusa. Força surpreendente para tão fina. Toques suaves, risos leves, olhares que se cruzam. Sinto uma eletricidade… hmm, talvez o calor da cidade.
No dia seguinte, volto. Peço por ela. Massage normal, mas ela senta de pernas cruzadas, dobra a minha perna. Meu pé roça o pubis dela, através do tecido fino. Sinto algo quente, latejante, crescendo. Tempo para. Ela empalidece, baixa os olhos, morde o lábio. Eu… sorrio suave, mexo o pé devagar, sentindo engrossar. Ela olha-me, relaxa, sorri de volta.
Agora os toques são mais íntimos. Ela fricciona-se no meu pé, enrosca as pernas em mim. Tento acariciar as coxas dela, mas ela bate leve no braço, aponta as cortinas. ‘Último cliente’, sussurra em inglês ruim. ‘Queres que venha ao teu hotel?’ Meu coração acelera. ‘Sim, por favor.’ Massage acaba, dou gorjeta gorda. Ela fica enquanto me visto, ajoelha, baixa o short húmido, lambe a ponta do meu clitóris. Choque de prazer. ‘Wait, baby.’ Sai como fantasma.
No canto da rua, espera-me de t-shirt com ‘love me baby’, shortinho jeans. Sigo para o hotel, ela atrás. Porta abre, entro, ela desliza felina. Puxo-a, mão nas nádegas firmes. ‘Pay pay reo reo’, urge ela, subimos aos saltos.
O Sexo Intenso e Sem Limites no Quarto do Hotel
Na quarto, luz fraca da rua, clim gelado contrastando o calor moite. Arranco-lhe a roupa: barriga lisa, seios redondos, naturais, mamilos duros roçando meu peito. Beijamo-nos, gosto salgado da pele dela, jasmin. Ajoelho, desço o short, culote com cerejas. Pubis com pelinhos finos… e uma verga fina, longa, veiada, glande rosada brilhante. Sacinho minúsculo com bolinhas. Katoye linda! Olhos dela febris: ‘My turn?’
Chupo o glande salgado, muscado. Ela geme, fode minha boca. Viramos 69 no chão, colchão range. Ela devora minha cona molhada, dedos no cu. ‘First cum loses!’ Eu perco, gozo na boca dela. Ela ri: ‘I win.’ Vira-me de bruços, lambe o cu, lubrifica com gel escondido. Glande pressiona, entra devagar. ‘Ready?’ ‘Sim!’ Pica fundo, vai e vem, terno e violento. Sinto cheia, quente. Brinca minha cona, gozo explosivo.
Ela acelera, olhos fendas, goza dentro, jatos quentes. Cai em cima, verga amolecendo, esperma escorrendo. Abraça-me, conta vida dura, rejeição, solidão. Eu acaricio, ouço. Adormecemos assim.
De manhã, chupo-a acordada, goza na boca. Depois fodo-a: cu apertado, contrai ritmado. Gozamos juntos, esperma dela no meu peito.
Dias voam em foda louca. Mas partida chega. Última transa, cheiro de porra na pele. No aeroporto, beijo rasgado. Avião decola, memória ardendo: gosto sal, calor úmido, verga pulsar. Ninguém sabe, prazer anónimo perfeito. Volto renovada, secreta.