Escala Quente: A Salamandra que Acendeu Meu Desejo no Hotel do Aeroporto

Estava em escala em Lisboa, voo atrasado por horas. Decidi ir pro hotel do aeroporto, daqueles com spa pra matar o tempo. Calor moite lá fora, barulho dos aviões ao fundo. Entrei no vestiário da piscina termal, ar condicionado gelado na pele suada. Tirei a roupa devagar, sentindo o sal do suor no ar. Meu bracelete de salamandra na canela brilhava, lembrança de uma aventura semanas antes numa aula de aquabike em casa.

Não tranquei a porta, como sempre desde aquela vez. Arrumava as coisas no saco quando as chaves caíram. Ao apanhar, olhei por baixo da divisória. À esquerda, pés conhecidos de uma amiga que veio junto. À direita… pés lindos, unhas vermelhas, e um brilho na canela. Um bracelete… salamandra igual ao meu! Coração disparou. Quem era ela? Revirei a memória das mulheres no spa, mas nada. Colei na parede fria, imaginando atravessá-la. Cheirava perfume leve, almíscar. Minha mão desceu pro peito, ventre… mordi o lábio.

A Escale e o Encontro Inesperado

— Ei, tá demorando? — voz da minha amiga do outro lado.

— Vai na frente, SMS urgente… já vou! — menti, tremendo.

Luz piscou, arrepio nas pernas. Presença atrás. Mãos nas minhas ancas, familiares. As minhas sobre as dela, guiando. Subiram pros seios, apertaram por cima do sutiã, soltaram-nos. Pele com pele, mamilos duros. Cambreei, bunda no quadril dela. Voz rouca:

— Esse bracelete fica perfeito em você…

Subiram de novo, uma pela barriga, brincando no umbigo, descendo pra calcinha. Dedos na renda, na toison. Murmúrio:

— Você me fez falta.

— Tu… também… — gemi.

Braços pra cima na parede, pernas abertas. Dedo invadiu a calcinha, rolou os lábios da cona, umedeceu tudo. Porta entreaberta, risco de alguém entrar… isso me encharcou mais. Língua no dorso, peito pressionado nas minhas costas. Tirei o sutiã, a calcinha escorregou. Nua, arqueada.

Vestiário esvaziando, música da piscina ao fundo. Minhas mãos no maiô dela, ventre firme, nádegas duras. Dedos debaixo do elástico, apertando-a contra mim. Ela rebolou. Um dedo na minha cona aberta, roçando o clitóris. Virei, olhos fechados. Língua no ventre, pubis, nariz no monte, cheirando-me. Chupou devagar, explorou, lambeu o clit. Cabelos curtos, bochechas macias. Subiu, beijou o pescoço, boca.

— Hora de nos conhecermos, não? — sussurrou.

O Prazer Intenso e Sem Limites

Abri os olhos devagar. Olhos castanhos, cabelo preto curto, sorriso. Inês! Colega de spa em casa? Surpresa total. Alta, musculosa, charmosa.

— Surpresa? Decepcionada?

— Surpresa… nunca imaginei… não, excitada!

Beijos ferozes, línguas dançando. Maiô superior caiu, seios firmes. Coxa dela na minha cona, esfreguei. Mãos nas minhas nádegas, abrindo. Parei, timidez. Toquei os seios dela, mamilos endurecendo.

Ela abriu a porta:

— Tá apertado aqui. Vem…

Nuas no corredor vazio, rindo como meninas. Correu pra cabine grande das deficientes, porta aberta. Plaqueou-me na parede, beijo voraz. Guiou minhas mãos: peito, virilha. Dedos na cona dela, molhada. Ela no meu clitóris. Folheei os lábios, entrei com dedo, polegar no clitóris inchado. Ela gozou gemendo baixo.

Serviette no banco, sentou-me, abriu pernas. Lambeu voraz: nariz na cona, língua fodendo, chupando clitóris. Parei quase gozando. No chão, deitou-me, devorou até o orgasmo explodir, pernas tremendo.

Eu na dela: pescoço, seios mordidos, umbigo. Cheiro forte da cona aberta. Lambeu tudo, suguei clitóris, dedos dentro. Ela gozou jorrando na minha boca. Porta dos vestiários rangeu, passos… paramos ofegantes.

Dias depois, no avião pra casa, toquei o bracelete. Anonymato salvo, cona ainda latejando. Liberdade de passageira, urgência do voo… inesquecível.

Leave a Comment