Escala Imprevista em Dubai: Fodi um Estrangeiro no Hotel

Estava em escala imprevista no aeroporto de Dubai. Voo atrasado por horas, suor colando na pele morena. Entro no hotel anexo, ar condicionado gelado me arrepia os peitos. Jeans apertado marcando a coninha, camel toe bem visível. Sento no lobby, pernas cruzadas, sentindo olhares. Ele aparece: sri-lankês, uns 30 anos, moreno, corpo atlético, uniforme de motorista do hotel. Olhos famintos no meu rabo redondo.

‘Boa noite, precisa de ajuda?’, diz com sotaque grosso. Sorrio, cruzo as pernas devagar. ‘Só um drink pra aguentar a espera.’ Conversa rola solta. Fala do calor lá fora, eu do meu voo pra Lisboa. Ele se aproxima, cheiro de sabonete misturado com suor. Mão roça minha coxa ‘sem querer’. Meu coração acelera. Liberdade total aqui, ninguém me conhece. ‘Quarto 312, se quiser companhia’, sussurra. Hesito? Nem fudendo. Levanto, rebolo na frente dele. Elevador lotado, mas mãos já se tocam por baixo da blusa.

O Encontro no Lobby e a Tensão que Subia

Porta fecha, clim ronca baixo, cortinas filtram luzes dos aviões. Ele me empurra na cama, lençóis frios de hotel. Beijo molhado, língua grossa invadindo minha boca. ‘Tão gostosa, essa bunda…’, geme. Rasga o jeans devagar, vê a calcinha encharcada grudada na cona inchada. Dedos entram, chap chap da meleca. ‘Caralho, que molhada!’ Eu gemo, ‘Lambe, vai, come minha xoxota.’ Cabeça dele entre minhas coxas, língua no clitóris, sugando forte. Sabor salgado da minha pele, gemidos ecoam. Tremor sobe, gozo na boca dele, jatos quentes escorrendo.

A Foda Intensa e o Adeus Apressado

Levanto, abro calça dele. Pau marrom, cabeçona rosada, duro como pedra. Chupo guloso, bolas no queixo, saliva pingando. ‘Fode minha boca, porra!’ Ele agarra cabelo, mete fundo. Viro de quatro, espelho mostra meu rabo empinado. Ele enfia seco, cona engole tudo. ‘Que apertada, puta!’ Pancadas ritmadas, couro batendo na carne, suor pingando. Mudo posição, monto nele, rebolo forte, peitos balançando. ‘Vai, me enche de porra!’ Mas não, ‘Na boca, lembra?’ Ele puxa, eu chupo voraz. Goza grosso, amargo, engulo tudo, gotas no queixo.

Ofegantes, corpo colado, barulho de motores ao fundo. ‘Foi incrível, mas tenho que ir.’ Vista rápida, beijo salgado. Saio pro aeroporto, pernas moles, cona latejando. Voo decola, noite moite lá fora. Anonimato salvo, ninguém sabe. Ainda sinto o pau dele pulsando em mim, meleca secando nas coxas. Melhor escala da vida. Volto pra casa, mas isso fica comigo. Liberdade de viagem, tesão do desconhecido. Quero mais.

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