Escala Quente em Madrid: Sexo Selvagem com um Estranho no Hotel

Estava em escala em Madrid, voo atrasado por causa de uma tempestade. Cheguei ao hotel do aeroporto exausta, mas com aquela liberdade de quem está longe de tudo. Ninguém me conhece aqui. No lobby, o ar condicionado gelado batia na pele suada, e o barulho distante dos motores me deixava ansiosa. Vi-o logo: um francês alto, olhos azuis, fato amarrotado de viagem. Sorriu, pediu um copo de vinho. ‘Primeira vez em escala assim?’, perguntou com sotaque sexy. Eu ri, ‘Pois é, mas adoro o imprevisível’. Conversa fluiu, mãos roçaram no balcão. Senti o calor subir, o cheiro do seu perfume misturado ao meu suor. ‘Meu quarto é ali em cima’, disse ele, voz rouca. ‘O meu voo é cedo, mas…’. Não precisei de mais. Subimos, corações acelerados, urgência no ar.

Ele abriu a porta, a quarto fresco, cortinas semi-fechadas, luz fraca. Beijei-o primeiro, faminta. ‘Quero-te agora’, murmurei. Despi-me devagar, sentindo o olhar dele devorar minhas curvas. Ele tirou a camisa, músculos tensos. Fomos para a casa de banho, ducha italiana grande. Água quente escorreu, vapor encheu o espaço. Peguei no gel de mel, espumei o seu peito largo, desci às coxas. ‘Gostas?’, perguntei, mão no pau dele, já duro como pedra. ‘Merda, sim’, gemeu. Virei-me, ele ensaboou-me as costas, mãos nas nádegas, dedos roçando a cona molhada. ‘Estás encharcada’, sussurrou. Chupei-o ali, ajoelhada, água batendo. O pau grosso encheu-me a boca, gosto salgado misturado ao mel. Lambi as bolas, enfiei a língua atrás, majúscula no cu dele, masturbando devagar. Ele tremia, ‘Vou gozar’. Não parei, engoli tudo, salvas quentes na garganta.

O Encontro Fortuito no Lobby

Saímos da ducha, corpos molhados nos lençóis ásperos do hotel. Noite moite lá fora, calor colava a pele. Deitei de lado, ele colou-se atrás, pau semi-duro no rego das nádegas. Acordei cedo, sol filtrando, ainda excitada. Ondulei o rabo, sentindo-o endurecer. ‘Bom dia assim?’, riu ele, mão no meu peito, beliscando o mamilo. Guiei o pau à cona, mas parei. ‘O cu é teu hoje’. Cuspi nos dedos, lubrifiquei o buraco apertado. Ele posou a cabeça no ânus, empurrou devagar. ‘Vai devagarinho’, pedi, respiração curta. Entrou, preenchendo-me toda, dor misturada a prazer. Movimentos lentos viraram fortes, pau pistão no meu cu. Dedos no clitóris inchado, cona pingando. ‘Fode-me mais!’, gritei. Gozei tremendo, corpo arqueado, unhas nas costas dele.

A Noite de Prazer Cru e Intenso

Ele não parou, queria mais. ‘Quero os teus peitos’. Pus-me de joelhos, masturbei-o rápido, bolas cheias. ‘Goza, enche-me!’. Primeira jato quente nos peitos, traços brancos escorrendo entre os mamilos. Mais dois, três, peito liso de porra. Esmaguei com as mãos, lambi um dedo. ‘São teus agora’. Abraçámo-nos, suados, cheiro de sexo no ar.

Agora no avião, rumo a casa, sinto ainda o cu latejante, pele salgada na memória. Ele partiu para Paris, eu para Lisboa. Nomes trocados? Nem. Anonimato puro, prazer que fica. Volto a viajar já amanhã.

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