Uf! Finalmente este dia de merda acabou. Vim de Lisboa para Paris a negócios, reuniões o dia todo, trânsito infernal, suor colando na pele. Eram 18h quando bati a porta do quarto do hotel, mas antes passei pelo lobby para um copo rápido no bar. O ar condicionado gelado batia na cara, misturado com o cheiro de café forte e carpetes gastos. Sentei-me, pernas doridas, e pedi um gin tónico. Ao lado, um gajo alto, ombros largos, têmporas grisalhas, fato amarrotado mas sexy. Olhou para mim, sorriu: “Boa noite, cansada?”
Respondi com um riso, “Muito, e tu?”. Chamava-se Pierre, comercial francês de passagem, voava cedo amanhã. Falámos do teatro – eu adoro, ele veio ver uma peça sozinho. A química veio depresso, olhares demorados, pernas que roçavam debaixo da mesa. “Queres jantar?”, perguntou. Aceitei, coração a bater forte. Saímos para um vietnamita ali perto, mesas afastadas, luz baixa, ar húmido da noite parisiense a entrar pela janela.
A Chegada Cansada e o Encontro no Lobby
No apéritif, contou que vive separado da mulher, filhos crescidos, procura aventura. Eu? Célibataire aos 28, adoro isto – foder estranhos em viagem, ninguém conhece ninguém. A perna dele subiu pela minha coxa, devagar, zipper da saia a abrir um bocadinho. Eu abri as pernas, convidei. “Café no meu hotel?”, sussurrou. Caminhámos abraçados, parou de repente, beijou-me ali na rua, língua quente, mãos nas minhas nádegas. Gozo de desconhecido, liberdade total.
No quarto, porta fechada, clim a zumbir, som distante de motores de aviões – hotel perto do aeroporto. Beijávamo-nos vorazes, mãos dele nos meus peitos, a apertar mamilos duros. Tirei-lhe a camisa, torso forte, cheiro a homem. Baixei-me, abri a braguilha, caralho grosso já meia rija. Chupei devagar, língua no glande salgado, bolas pesadas na mão. “Oh putinha, chupa bem…”, gemeu, mãos na minha cabeça. Enfiei até à garganta, saliva escorrendo, ele a pulsar.
A Noite de Fodo Selvagem e o Adeus Rápido
Deitou-me na cama, lençóis frios e ásperos de hotel. Lambeu-me a cona, depilada direitinha, clitóris inchado. Dois dedos dentro, molhada que nem uma vadia. Gozei rápido, corpo a tremer, “Fode-me agora!”. Montou-me, caralho a entrar devagar, preenchendo tudo, esticando. Ritmo forte, “Mais fundo, caralho!”. Virei de quatro, ele agarrou ancas, bombava como um animal, bolas a bater no cu. Saía, esfregava no ânus, entrava outra vez na cona ensopada.
Na banheira, água quente, sabão nas mãos dele nos meus peitos, eu a masturbar-lhe o caralho até endurecer. Levantei-me, ele empurrou contra a parede, penetrou de pé, água a escorrer, gosto de sal na pele dele. No chão do quarto, missionário, pernas nos ombros, fodia sem dó, suor moído. “Vou gozar na tua cara!”, avisou. Saíu, jatos quentes na boca, engoli o grosso, lambi o resto. Ele chupou-me outra vez até eu explodir, cona a contrair.
Dormimos agarrados, acordámos com o alarme. “O avião…”, disse ele, beijo rápido. Vesti-me, saí primeiro, anonymato perfeito. No meu voo de volta, cona ainda latejante, memória do cheiro dele, do fodo urgente. Ninguém sabe, mas volto a Paris por mais.