Era primavera, sol quente a bater forte. Eu vinha de uma viagem de negócios em Lisboa, mas o voo pra Porto atrasou por causa de uma frente fria. Escale imprevista, sem hotel disponível na cidade. Acabei alugando um mobil-home num camping vallonado, isolado no fim de um caminho de terra, junto ao rio. O ar cheirava a erva molhada e flores silvestres. O Maurice, o dono, um tipo alto e risonho com sotaque do sul, me recebeu com um sorriso maroto. A mulher dele, Andrée, olhos castanhos e curvas generosas, trouxe vinho fresco.
Sentámo-nos à mesa de jardim, sombra dos eucaliptos a refrescar a pele suada. Comi cherovias lavadas na panela de água fria que ela trouxe. Dedos molhados, brinquei: salpiquei água no Maurice, sentado à frente. Ele riu, ‘Ei, safada!’, e revidou com os dedos. Eu mergulhei a mão na panela e mandei uma palmada cheia. Ele pegou no copo e atirou o vinho gelado em mim. Esquivei, mas na revanche ele agarrou a panela toda e… splash! Toda eu encharcada. A camisola fina colou-se à pele, transparente, os mamilos duros a marcarem. ‘Seu malandro!’, ri eu, a tentar secar com papel, piorando tudo.
A Chegada ao Camping e a Tensão Inicial
Andrée: ‘Vem mudar-te ao mobil-home.’ Debaixo do toldo, tirei a camisola, depois a saia. ‘Põe aqui a secar, sol e brisa secam num instante.’ Eu só de cuecas, ofereci ajudar na loiça. ‘Tabuleiro serve?’ ‘Vai nessa.’ Enfiei o avental, luvas cor-de-rosa, e lá fomos: eu lavo, ela enxuga. Ouvia o Maurice lá fora, mas ele volta: ‘Os outros adiaram o passeio, calor a mais. Estão na sesta.’ Vê-me de costas, no lava-loiça. ‘Que bonitinho…’ Aproxima-se, mãos nas minhas ancas. ‘Não atrapalhes as trabalhadoras!’ ‘Não me liguem, continuem.’ As mãos sobem, apanham-me os seios por trás, a apertar forte. ‘Andrée! Olha o teu homem!’ Ela ri: ‘Desenrascem-se!’
Não parei a loiça, ele malaxava os meus peitos, a baixar para os lados da cueca. Dedos no rabinho, na cona molhada. ‘Não te faças de novo!’ ‘Se insistes…’ Baixa-me as cuecas de rompante, acaricia a boceta, os lábios inchados, o cu. Acabei a loiça num instante, tirei avental e luvas, agarrei-o pelos ombros. ‘Agora sou eu!’ Empurrei-o pro interior, ele a rir, tropeçando nas escadas. Caí sobre ele no quarto, rasguei a camisa, abri o cinto, zipper down, tirei calças e cuecas. Caralho dele semi-duro, bolas pesadas. ‘E se eu te torcer isto, porco?’ Malaxei as couves, pu-la no pau, masturbando devagar, a descobrir o bellinho vermelho.
O Sexo Intenso e o Adeus com Prazer na Memória
Ele endurece na minha mão. Ajoelhei-me, chupei-o inteiro, língua a enrolar, saliva escorrendo. Parei, montei em cima, cona aberta no pau dele. ‘Posso?’ Andrée acena, nua agora, senta-se na cara dele, boceta no beiço. Língua dele a lamber o clitóris dela. Eu contraio a cona em volta do caralho, quente e grosso, a pulsar. Andrée apalpa os meus peitos, eu os dela, tetas duras nos dedos. Beijámo-nos por cima dele, línguas quentes, molhadas, gemidos abafados. A urgência do meu voo amanhã: aqui ninguém me conhece, fodo sem medos, o cheiro a sexo no ar húmido, lençóis ásperos do hotel-camping, zumbido distante dos aviões.
Sinto-o inchar, fodo mais forte, subo e desço, caralho a bater no fundo. Andrée treme na boca dele, grita baixo. Eu gozo primeiro, cona a apertar, sumo escorrendo pelas coxas. Ele explode dentro de mim, jatos quentes. Ela também, esguichando na cara dele. Caímos os três, suados, ofegantes. Fico a brincar com o pau murcho, pegajoso de porra e mel. Andrée abraça-me, mão no peito. Silêncio, só o rio ao fundo e a brisa morna.
De manhã, voo cedo. Despeço-me com beijos leves, roupa seca ao sol. No avião, o corpo ainda dói gostoso, cona sensível, memória do sal na pele suada, o gosto dele na boca. Anónimo, livre, parte de mim fica ali. Volto à rotina, mas esta escale torrideira aquece-me as noites.