Estava a caminho de São Paulo por negócios, mas uma greve de aviões me deixou em escala imprevista em Madrid. Cheguei ao hotel do aeroporto exausta, o ar da noite quente e pegajoso colando na pele. O lobby era iluminado baixo, cheiro de café e suor misturado. Sentei no bar, pernas cruzadas, shortinho justo por causa do calor. Ele apareceu: alto, estrangeiro, talvez italiano, olhos escuros que me devoravam. ‘Bebida?’, perguntou com sotaque grosso. Aceitei, coração acelerado. Conversa solta, toques casuais no braço, risos nervosos. A liberdade de estar longe, ninguém me conhece aqui. ‘Queres subir pro meu quarto? Só uma hora, teu voo é cedo amanhã’, murmurou, mão na minha coxa. O risco me molhou na hora. Subi, pernas tremendo de excitação.
No quarto, ar condicionado gelado arrepiando a pele suada. Ele trancou a porta, barulho distante dos motores dos aviões. ‘Fica de pé, no centro, pernas abertas’, ordenou, voz firme. Obedeci, mãos atrás das costas. Pegou a cadeira da escrivaninha, puxou pra perto da mesa. ‘Senta aí, inclina-te.’ Fiz, estômago no encosto, mãos presas com o cinto dele nos pulsos, passando por baixo do assento, fechado com um cadeado pequeno da mala. Imóvel. Ele tirou uma barra de metal preta da bagagem – spreader bar, anéis nas pontas. Prendeu nas minhas tornozelas, pernas forçadas abertas. Vulnerável, cona exposta. Corri, mas confio no instinto. Ele sorriu, admirando. ‘Linda assim, oferecida.’
O Encontro no Lobby e a Tensão que Subiu
Diante de mim, desabotoou as calças, pila mole saindo. ‘Chupa!’ Engoli com fome, língua rodando, sugando devagar. Endureceu na boca, grosso, veias pulsando. Groçou, mão na minha nuca. Parei quando ele mandou, frustrada, baba escorrendo. ‘Não ainda.’ Atrás, dois dedos na cona encharcada, escorregando fundo. Gemi, quadris mexendo o pouco que dava. Carícias nas nádegas, coxas, ponto que me faz tremer. Parei de novo, vazia, gemendo de raiva. De volta à frente, chupar mais forte, garganta profunda, dentes leves. Ele gemeu alto, mas retirou. ‘Basta.’ Vendou meus olhos com a gravata dele. Escuridão excitante.
Mãos nas nádegas, gel frio no cu. Dedos invadindo, lubrificando. Gemi baixo, aceitando. Plug pequeno entrou fácil, preenchendo. Depois maior, devagar, estirando. Contrações involuntárias, prazer subindo. Pila na boca de novo, chupando grata. Ele fodeu minha boca suave, mas parou. Martinet? Não, cinto dobrado, chicotadas leves nas nádegas, coxas. Dor boa, pele queimando, cona pingando. Roulette? Agulhas falsas de um brinquedo na mala, rolando na pele sensível, picadas agudas, gritos meus ecoando. Pinças nos lábios da cona, dentes mordendo carne inchada. Dor lancinante, depois prazer. Mais nas tetas, corrente presa na cadeira – japonix, apertando mais se mexer. Pesos pendurados, puxando tudo. Dor constante, respiração controlada pra aguentar.
O Sexo Intenso na Quarto: Tudo Permitido
Ele fodeu a boca forte, agarrando cabelo, goela profunda. Lágrimas sob a venda. Tirei as pinças das tetas num puxão, dor explosiva, mas ele veio, jatos quentes na garganta. Engoli tudo, orgulhosa. ‘Perfeita, minha puta de passagem.’ Beijou fundo, língua sugando a minha.
Desatou tudo devagar, corpo doendo gostoso, marcas vermelhas, plugs saindo com pop molhado. Vesti rápido, voo em uma hora. ‘Adeus, anonymato salvo.’ No avião, decolando, motores rugindo, cona ainda latejando, cu cheio de memória, pele com gosto de sal e suor dele. Liberdade total, urgência do adeus tornando tudo mais intenso. Volto pra vida normal, mas isso fica pra sempre.