A Minha Escale Ardente em Lyon: Seduzi um Estrangeiro e Gozei Sem Parar

Eu sou a Inês, portuguesa de 25 anos, cheia de curvas e fogo nos olhos. Ia de férias para o sul de França, sol e praias, mas o comboio atrasou e fiquei presa numa escale imprevue em Lyon. Calor húmido da tarde, o barulho dos motores ao longe, gente apressada na estação. Eu suava debaixo da saia leve, sem sutiã, os mamilos a roçar no tecido fino. Foi aí que o vi. Alto, musculado como um rugbista, cabelo curto, fato elegante amarrotado. Parecia exausto de uma conferência, com um ar de cavalheiro confiante. Os nossos olhares cruzaram-se. Sorri, ele retribuiu. ‘Perdida?’, perguntou com sotaque sexy. Expliquei o atraso, ele riu e ofereceu ajuda. Chamava-se Xavier, 44 anos, parisiense de negócios. No táxi para o hotel dele perto da estação, a tensão subiu. As coxas dele roçavam nas minhas, o cheiro do suor misturado com o dele. ‘Gostas de aventuras rápidas?’, sussurrei, mão na perna dele. Ele engoliu em seco. ‘Apenas duas horas antes do meu comboio. Vamos?’, disse, olhos famintos.

Chegámos ao quarto do palace, ar condicionado gelado a arrepiar a pele, lençóis brancos frios à espera. Ele trancou a porta, eu tirei a blusa devagar, mamilos duros como pedras. ‘Quero-te agora’, rosnei, puxando-o para mim. Beijámo-nos com fome, línguas a devorar, gosto a sal da pele dele. Desabotoei-lhe a camisa, corpo forte, peito largo. Ele gemeu quando lhe agarrei o caralho por cima das calças, já duro como ferro. ‘Tira tudo’, ordenei. Ele obedeceu, pila grossa a saltar, veias pulsantes, cabeça vermelha de pré-gozo. Eu deitei-me na cama, saia subida, cueca branca encharcada. Ele ajoelhou-se, cheirou a minha cona molhada. ‘Que cheiro delicioso’, murmurou. Rasgou a cueca, língua direta no clitóris. Lambeu voraz, chupando os lábios inchados, dedos a foder-me devagar. ‘Ah, caralho, assim!’, gritei, pernas a tremer. Gozei rápido, sumo a escorrer, corpo em espasmos, o som dos motores abafado pelo meu gemido.

A Chegada à Estação e a Tensão com o Desconhecido

Não parou. Virou-me de quatro, cuspiu na cona aberta, enfiou dois dedos fundo, acertando o ponto G. ‘Quero o teu caralho todo’, pedi, empinando o cu. Ele meteu devagar, esticando-me toda, pila a pulsar dentro. ‘Fode-me forte, Xavier, como se fosse a última vez!’. Ele agarrou os meus cabelos longos, bombou selvagem, bolas a bater no clitóris. O quarto cheirava a sexo, suor salgado na pele, calor moite apesar da clim. Mudei de posição, montei-o, cona a engolir o caralho até ao fundo, mamilos dele na boca. Cavalguei louca, unhas nas costas, ‘Goza dentro, enche-me!’. Ele urrou, jatos quentes a inundar-me, eu gozei de novo, cona a apertar, leite misturado a escorrer pelas coxas. Caímos exaustos, corações a martelar.

Duas horas depois, no adeus à porta, ele beijou-me o pescoço. ‘Foi inesquecível, portuguesa fogosa’. Eu sorri, ‘Anónimo e perfeito’. Ele partiu no comboio, eu continuei a viagem para o sol, corpo ainda latejante, cona sensível nos assentos vibrantes. Ninguém nos conhece, só o prazer cru fica. Ainda sinto o gosto dele na boca, o cheiro no ar. Da próxima escale, repito.

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