A Minha Escale Íntima e Quente no Hotel do Aeroporto

Estava a caminho de Paris por negócios, de Lisboa, quando o avião fez escale imprevista em Madrid por causa de uma greve. Fiquei presa no hotel do aeroporto, aquele cheiro a café e desodorizante industrial no ar. Eu, Ana, 26 anos, portuguesa solteira e aberta a aventuras, sentia a liberdade de estar tão longe de casa. Ninguém me conhecia ali. No lobby, sentei-me no bar com um copo de vinho tinto, a clim a zumbir baixinho, o ronco distante dos motores.

Ele apareceu do nada: Javier, espanhol alto, moreno, olhos pretos que me devoravam. Vestia camisa branca aberta no peito, suor a brilhar na pele morena. ‘Boa noite, perdida como eu?’, disse com sotaque sexy. Sorri, cruzei as pernas, sentindo o vestido subir um pouco. Conversámos sobre os voos cancelados, mas os olhares diziam mais. A mão dele roçou a minha ao pegar no copo. ‘Quente aqui, não é?’, murmurou, e eu: ‘Quente por dentro também’. A tensão subia, o coração acelerado, o cheiro dele a colónia misturada com suor. ‘O meu quarto é logo ali… só para fugir desta multidão’, propôs. Aceitei, o corpo já úmido de excitação.

A Escale Imprevista e o Flirt no Lobby

Subimos no elevador, silêncio elétrico, respiração pesada. Na porta do quarto 312, ele me encostou à parede, beijou-me com fome. Línguas enroscadas, dentes a bater, mãos por todo o lado. ‘Quero-te agora, sem esperar’, sussurrei. A porta fechou com um clique, a clim gelada arrepiava a pele, lençóis brancos ásperos na cama king size. Despi o vestido devagar, ele lambeu o pescoço, desabotoou o sutiã. Os meus seios saltaram, tetas duras nos dedos dele. ‘Que delícia de cona portuguesa’, disse, ajoelhando-se.

Puxei-lhe a camisola, o peito largo, pelos escuros. Baixei as calças, o caralho dele saltou, grosso, veias pulsantes, cabeça vermelha brilhante de pré-gozo. ‘Chupa-me, Ana’, mandou. Ajoelhei, língua no saco salgado, suor e cheiro homem. Engoli o pau até à garganta, engasguei um pouco, saliva escorrendo. Ele gemia: ‘Assim, fode a minha pila com a boca’. Virou-me, rasgou as cuecas, língua na cona molhada. ‘Estás ensopada, puta safada’. Chupou o clitóris, dedos na entrada, meteu dois, bombava forte. Gozei rápido, pernas a tremer, sumo na cara dele.

O Sexo Intenso e Sem Limites no Quarto

Deitei-me na cama, lençóis frios na pele quente. Ele subiu, caralho apontado. ‘Quero foder-te já’. Guiei-o à cona, entrou devagar, esticando-me toda. ‘Que caralho grande, enche-me!’. Bombava forte, bolas batendo no cu, suor pingando. Virei de quatro, ele meteu fundo, mão no cabelo. ‘Gostas assim, vadia de passagem?’. ‘Sim, fode mais!’. Dedos no cu, molhado do meu gozo, meteu um dedo. ‘Quero o cu também’. Hesitei: ‘Vai, experimenta’. Cuspiu, entrou o dedo todo, eu gemia alto, barulho aviões ao fundo como banda sonora. Mudou, pila na cona, depois no cu devagar. Doía bom, esticava, gozei de novo, corpo convulso.

Ele acelerou, ‘Vou gozar!’. Saíu, jatos quentes no rabo e costas, cheiro forte de porra. Caímos exaustos, clim gelada no suor moído, gosto salgado na pele dele quando o beijei. ‘Foi incrível, anjo’, disse. Dormimos pouco, urgência do voo amanheceu.

De manhã, despedida rápida no lobby, beijo salgado, ele para Barcelona, eu para Paris. No avião, corpo ainda dói gostoso, cona sensível, memória do cu arrombado, anonimato perfeito. Ninguém sabe, mas volto a Madrid só por isso. Liberdade de escale, prazer que fica na pele.

Leave a Comment