A Minha Aventura Selvagem no Comboio: Sexo Intenso com um Desconhecido

Chamo-me Rita, sou portuguesa de Lisboa, e estava num comboio para o Porto, numa viagem de negócios chata. Escalei aqui por causa de um atraso, o wagon quase deserto, só o balanço ritmado das rodas e o ar condicionado gelado a arrepiar-me a pele. Vestia uma saia curta, meias rendadas, camisa fina sem sutiã – adoro sentir-me puta mesmo sozinha. Peguei no meu livro erótico, daqueles que me deixam a cona a pulsar.

As palavras quentes fizeram-me corar. As mãos tremiam, comecei a roçar os dedos na coxa, subindo devagar. O calor subia, os mamilos endureciam contra o tecido. Fechei os olhos, imaginei um estranho a foder-me ali mesmo. Não ouvi os passos.

O Encontro no Comboio Quase Vazio

“Estás a curtir bastante, não é?”, disse uma voz grave, com sotaque espanhol. Abri os olhos, um tipo alto, olhos pretos, fato amarrotado de viajante. Corei como uma miúda apanhada, mas ele sorriu, sentou-se ao lado. “Não queria interromper, mas essa saia… e vi-te a tocar-te. Estás molhada, aposto.”

Engoli em seco, o coração aos pulos. “Eu… só lia”, murmurei, mas os olhos dele devoravam-me os peitos. Tocou-me o braço, pele quente contra a minha fria do AC. “Quero-te agora. Ninguém nos conhece aqui.” A cona latejava, a urgência do comboio a partir excitava-me mais. “Vamos?”, sussurrei, rendida.

Ele puxou-me para a casa de banho minúscula, trancou a porta. O cheiro a desinfetante misturado com o suor dele. Beijou-me com força, língua invasora, mãos a apertar-me os cu. Gemi, sentindo o pau duro contra a barriga. “Quero chupar-te”, disse eu, ajoelhando no chão sujo. Desabotoou as calças, o caralho grosso saltou, veias pulsantes, cheiro musgoso. Lambi o topo salgado de pré-gozo, engoli devagar, garganta funda. Ele gemia baixo, “Assim, puta boa”, mãos no meu cabelo.

O Prazer Sem Limites na Casa de Banho

Levantou-me, virou-me contra a parede fria. Levantei a saia, ele rasgou as cuecas. Dedos na cona encharcada, “Estás ensopada, safada”. Meteu dois, fodi-me com eles, o som molhado ecoava com o comboio. “Fode-me”, supliquei. Ele cuspiu na mão, passou no caralho, enfiou na cona de uma vez. Aaaah, preenchia-me toda, batendo forte, o cu a contrair. Gozei rápido, pernas a tremer, “Caralho, sim!”.

“Agora o cu”, rosnou, tirando um lubrificante do bolso – preparado o cabrão. Molhou os dedos, enfiou no meu cu apertado. Doía um bocado, mas o prazer vencia. “Vai devagar”, pedi, ofegante. Ele obedeceu, pressionou a cabeça grossa no buraco. Entrei centímetro a centímetro, ardor bom, depois só tesão. Fodia-me o cu ritmado, mão na cona, dedilhando o clitóris. O suor pingava, pele salgada no pescoço dele quando o mordi. Gozei de novo, mais forte, gritando abafado, corpo a convulsionar.

Caímos exaustos, ele beijou-me a testa. “Incrível, Rita.” Vestimo-nos apressados, o comboio apitava ao longe. Voltámos aos bancos, ele piscou, “Segredos de viagem”. Desci na próxima paragem, pernas moles, cona e cu latejantes, cheiro dele na pele. Ninguém sabe, mas revivo cada estocada na noite moite, liberdade de estranha em trânsito. Volto a Lisboa a sorrir, pronta para mais.

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