Estava a voltar de um negócio em Madrid, mas o voo atrasou e caí numa escala imprevista em Faro. Calor pegajoso, suor a colar a roupa à pele. Cheguei ao hotel exausta, quarto com jardim privativo, muros altos, trepadeira por todo o lado. Ninguém me conhece aqui, longe de Lisboa, livre. Tirei o short e a t-shirt, enverguei um bikini antigo, daqueles de algodão folgado, string minúsculo e topo transparente. Olhei-me ao espelho: alta, magra, pele bronzeada, seios firmes, rabo duro do ginásio. Perfeito para bronzar.
Saí para o jardim, sol a queimar, vento leve a secar o suor. O lugar era isolado, potinhos de tomates e ervas, terra fina e quente. Comecei a mexer na terra com as mãos, a arrancar ervas daninhas, sentindo a umidade entre os dedos. O topo irritava, bretelas a escorregar. Tirei-o, peito ao ar, bombeei-o como uma selvagem, ri sozinha. Livre! A string também chateava, ficava enfiada no cu, a roçar a cona suada. Desatei-a, nua total. O ar entre as pernas refrescava tudo, pele hipersensível, vento a acariciar o clitóris. Cavei mais, pés na terra quente, sujava-me toda, barro no ventre, nos seios.
A Escala e o Encontro Inesperado
De repente, toque na porta do jardim. O carteiro do hotel? Não, um empregado jovem, Max, com um pacote. ‘Precisa de assinatura!’ Gritei para ele empurrar, porta emperrada. Puxei com força… e caí de cu no chão quente, pernas abertas, cona exposta, limpa, carnuda, sem um pelo. Ele parou, olhos esbugalhados. Eu, nua, suja de terra, seios empinados. Passantes ao longe, vizinhos do hotel. Agarrei-o pelo braço, puxei-o para dentro, porta bateu. ‘Melhor assim, né?’
Ele corou, evitou olhar para baixo. ‘Desculpa, eu… volto depois.’ Toquei a anca dorida. ‘Não, entra. Assino aqui.’ Levei-o pela alameda verde, pés descalços na pedra quente, terra nos cu, suor salgado. Na cozinha do quarto, ar condicionado gelado nos mamilos duros. Fiquei nua, ele sentou, olhos no meu pubis liso. ‘Gostas?’ Ri. Ele gaguejou: ‘És linda… fica assim.’ Servi vinho fresco, trincámos na terraço sombreada. Pernas abertas, cona à mostra, barro nas coxas. Ele tremia, pica dura no short.
O Prazer Sem Limites na Urgência do Partida
A tensão subiu. ‘Queres tocar?’ Ele pegou num peito, beijou o mamilo, língua quente. Desabotoei-lhe a camisa suada, short abaixo. Pica linda, grossa, veia inchada, pré-gozo a brilhar. ‘Chupa-me’, disse ele rouco. Ajoelhei, cona a pingar no chão quente. Engoli a pica toda, bolas na boca, sal do suor. Ele gemeu, fodeu-me a boca devagar. ‘Agora a tua cona.’ Deitei-me na mesa de pedra, pernas ao alto, abri-me. Dedos na cona molhada, clitóris inchado. ‘Mete, fode-me forte!’
Ele entrou de rompante, pica a rasgar a cona apertada, bolas a bater no cu. ‘Que cona gulosa!’ Empurrei o cu contra ele, unhas nas costas. Calor moite da noite, motores de aviões ao fundo, clim da quarto a zumbir. Mudou de posição, de quatro no chão terroso, pica a martelar o útero, mão no clitóris. ‘Goza, vadia!’ Gozei gritando, cona a apertar, sumo a escorrer pelas coxas. Ele acelerou, ‘Vou gozar dentro!’ Jatos quentes na cona, enchendo-me. Caímos ofegantes, suor salgado misturado.
Horas depois, no aeroporto, pernas moles, cona ainda latejante, cheiro dele nos lençóis do hotel. Ninguém sabe, anónimo perfeito. Sorri no avião, mão na saia, revivendo cada estocada. Volto? Quem sabe, outra escala…