Escala Quente no Porto: Minha Noite Selvagem com Três Estranhos

Estava em viagem de negócios de Lisboa para Madrid. Voo atrasado, escala forçada no Porto. Noite úmida, ar pesado. Check-in no hotel antigo perto do Douro, lobby com luz baixa, cheiro de vinho e cigarro velho. Eu, Inês, 32 anos, portuguesa de curvas generosas, cabelo ruivo solto, vestido justo colado na pele suada. Livre, longe de tudo, ninguém me conhece aqui.

Sento no bar, copo de porto na mão. Três tipos entram: João, Pedro e Miguel, irmãos locais, uns 30 e poucos, altos, bronzeados, olhos famintos. Conversa solta. ‘Beleza fatal, de onde vens?’, diz João, mão roçando meu braço. Sorrio, pernas cruzadas, fenda da saia subindo. Pedro oferece outra bebida, corpo dele perto, calor subindo. Miguel ri, ‘Aqui no Porto, a noite é curta’. Sinto o ar condicionado gelado na nuca, mas entre as pernas, fogo. Olhares devoram meus seios, minha boca. ‘Quarto 305, subam se quiserem mais’, sussurro, coração acelerado. Urgência do voo amanhã: tudo permitido.

A Encontro no Lobby e a Tensão que Subia

Subimos. Porta fecha, beijos vorazes. Mãos por todo lado. João me empurra na cama, lençóis frios de hotel contra pele quente. ‘Quero te foder agora’, rosna. Rasga meu vestido, sutiã voa. Chupo o caralho dele, grosso, veias pulsando, gosto salgado de suor. Pedro e Miguel assistem, punhetando paus duros. ‘Que boca gulosa’, geme Pedro. Viro de quatro, cu empinado. Pedro enfia na cona, molhada já, chap chap molhado. ‘Tão apertada, caralho’. Miguel na boca, fodo com garganta. João no cu, lubrificado com cuspe, dorzinha boa virando prazer.

A Foda Intensa na Quarto do Hotel

Troca. Dupla penetração: dois caralhos na cona, esticando tudo, grito misturado com gozo. ‘Fode mais forte!’, imploro. Porra escorre coxas, gosto no ar, misturado com meu mel. Chupo os três, bolas no rosto, porra na cara. Deito, pernas abertas, Miguel lambe clitóris inchado, dedos no cu. João fode peitos, pau entre eles. Pedro martela cona, bolas batendo. Orgasmos em onda: tremo, esguicho na boca dele. ‘Mais, enche-me de porra’. Gozam dentro, quente, cheio, vaza. Noite moite, AC zumbindo, aviões ao longe. Fodemos até exaustos, corpos suados colados.

Amanhece. Voo em duas horas. Beijo rápido, ‘Foi foda, volta quando quiseres’. Saio, pernas bambas, cona dolorida, porra seca na pele. No táxi pro aeroporto, cheiro deles ainda, gosto de sal na boca. Anonimato perfeito, ninguém sabe. Corpo vibra com memórias: caralhos duros, furos cheios, prazer bruto. Sorrio, livre de novo. Próxima escala? Quem sabe…

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