Estava de volta de um congresso em Madrid, mas o voo atrasou. Escala imprevista em Lisboa, noite de verão moite e sufocante. Check-in no hotel perto do aeroporto, ar condicionado gelado no lobby, cheiro a café e maresia distante. Sentei-me no bar, saia curta colada à pele suada, copo de vinho verde na mão. Ele apareceu: francês na casa dos 40, terno amarrotado, olhos castanhos intensos, sorriso confiante. ‘Boa noite, perdida como eu?’, disse ele, sotaque sexy. Rimos. Chamava-se Julien, em viagem de negócios, sozinho.
Conversámos. Ele elogiou o meu português fluido, eu o charme dele. Falámos de viagens, de solidão em hotéis impessoais. O vinho subia à cabeça, a clim zumbia baixa. Os nossos joelhos roçaram debaixo da mesa. ‘Quente demais aqui, não?’, murmurou ele, olhando os meus seios sob a blusa fina. Senti o calor subir, a buceta pulsar levemente. ‘Há piscina no terraço’, sugeri, voz rouca. Ele hesitou, sorriu: ‘Vamos?’. Subimos, noite abafada, motores de aviões ao fundo, luzes da cidade piscando.
O Encontro Fortuito no Lobby e a Tensão que Cresce
A piscina vazia, água azul reflectindo estrelas falsas. Ele mergulhou de roupa, eu ri e tirei a saia, só em lingerie. ‘Vem!’, chamei. Ele nadou até mim, corpos colando na água fresca. ‘Estás linda, Vanessa… espera, como te chamas mesmo?’, brincou. Beijámo-nos ali, línguas urgentes, sal da pele dele na minha boca. Mãos dele nas minhas coxas, apertando. ‘Quero-te agora’, sussurrei, sentindo o caralho dele duro contra mim. Tudo permitido nesta bolha anónima, ninguém nos conhece.
Ele me levou para o canto raso, costas contra azulejos frios. Arrancou a minha calcinha, dedos grossos abrindo a minha cona molhada. ‘Estás encharcada’, gemeu, enfiando dois de uma vez. Gemi alto, unhas nas costas dele. Chupei-lhe o pescoço, gosto salgado. Ele baixou as cuecas, caralho grosso, veias pulsantes, cabeça vermelha. ‘Chupa-me’, ordenou. Obedeci, água batendo, boquei fundo, língua rodando, bolas pesadas na mão. Ele fodia a minha boca devagar, gemendo ‘puta boa’. Cuspi saliva, engasguei de prazer.
O Sexo Selvagem na Piscina do Hotel
Não aguentei. ‘Fode-me!’, supliquei. Ele me virou, cona exposta, água escorrendo. Esfregou a cabeça na entrada, lenta tortura. ‘Pede mais’, provocou. ‘Enfia esse caralho todo, fode forte!’. Entrou num golpe, enchendo-me, parede fina esticada. Começou lento, depois brutal: pancadas ritmadas, água chapinhando, peitos balançando. Agarrei o borde, ele puxou cabelo, mordendo ombro. ‘Gostas, vadia de escala?’, rosnou. ‘Sim, fode mais fundo!’. Dedos no clitóris, roçando, orgasmo veio como onda, cona apertando ele, gritando baixo.
Ele acelerou, bolas batendo no cu. ‘Vou gozar!’, avisou. ‘Dentro, enche-me!’. Jatos quentes jorraram, corpo tremendo. Ficámos colados, ofegantes, suor misturado a cloro. ‘Incrível’, murmurou, beijando nuca. Limpámo-nos rápido, risos nervosos.
De manhã, check-out cedo. Ele partiu para Paris, eu para Porto. No táxi para o aeroporto, corpo dormente de prazer, cona ainda sensível, cheiro dele na pele. Anonimato perfeito, ninguém saberá. Sorri sozinha, memória viva: aquele caralho, aqueles gemidos, urgência do adeus. Volto a querer mais aventuras assim, livres e carnais.