Estava em viagem de negócios de Lisboa para Madrid, mas o voo atrasou e tive uma escala imprevista em Barcelona. Cheguei ao hotel do aeroporto já noite alta, exausta mas com aquela adrenalina de quem está longe de tudo. O lobby estava quase vazio, luzes baixas, ar condicionado gelado a arrepiar a pele. Vi-o ali, alto, moreno, estrangeiro qualquer, talvez italiano, sentado no bar com um copo na mão. Olhares cruzados. Sorri, ele retribuiu. Fui ao balcão check-in, mas sentia os olhos dele nas minhas pernas, na saia justa que usava.
Aproximei-me. ‘Boa noite’, disse eu, com sotaque português que o fez sorrir mais. Conversa solta: voo cancelado, ele de Milão, negócios também. Copos tilintaram, mãos roçaram. A tensão subiu rápido. ‘Quarto 312’, murmurou ele, olhos famintos. Subimos no elevador, silêncio elétrico, corpos colados. Porta fechada, beijo voraz. Tirei a blusa, sutiã voou. Ele me virou, empurrou para a cama. ‘Deita-te de bruços, nua’, ordenou, voz rouca. Obedeci, coração disparado. Liberdade total aqui, ninguém me conhece. Som dos motores ao longe, vibração no quarto.
A Rencontre no Lobby e a Tensão que Subiu
Nu, ele admirou as minhas nádegas redondas. Tremia eu, de frio ou desejo? Primeiro golpe com a correia do cinto, estalido seco. ‘Ai!’, gritei, surpresa. Segundo, mais forte, bundas ardendo. Cabrei-me, vermelhidão em cruz perfeita na pele branca. Ele recuou, contemplou. Depois, carícias suaves, dedos na curva macia, pele arrepiada. ‘Linda’, sussurrou. Novo golpe, grito meu quase gozo. Silêncio cúmplice. Esperei, molhada já.
Chuva de golpes, ritmados, não violentos mas firmes. Bundas vacilavam, eu gritava prazer, busto contra o colchão áspero. Cabeça rodava, só sentia o fogo nas nádegas, jouissance irradiando. ‘Mais! Sim, mais!’, implorei. Ele continuou, pele como brasa. Parou, ajoelhou-se, lambeu devagar as bundas quentes. Língua húmida, salgado do suor, arrepio total. ‘Humm, delicioso’, gemeu ele. Eu derreti, torpor bom.
Novo golpe, pele salivosa reagiu viva. Respiração cortada, mais três, quatro chicotadas cruéis. Mãos crispadas nos lençóis, dentes no travesseiro. Queria parar, mas não. Calor doce invadiu, cona molhada, pernas tremendo. Língua dele na racha agora, escorregadia. Cabrei-me. Ele deitou-se em cima, peso dominador nas bundas em brasa. ‘Vou foder-te o cu’, avisou. Esquivei fraca, mas ele posicionou, friccionou.
A Foda Selvagem na Quarto e o Adeus Picante
Sem misericórdia, caralho duro perfurou o ânus, fundo, rasgando. ‘Caralho, que apertado!’, grunhiu. Cabrei-me, resisti, mas ele bombou, pistoneando selvagem, pele incandescente tremendo. Transpassava-me, mestre total. Gemidos meus, torcia-me. Mão no clitóris, masturbando frenética. Ele bestial, sentindo dedos meus no pau que entrava e saía. ‘Goza, puta!’, mandou. Vague veio, violenta, masoquista, cu arrombado pulsando.
Ele acelerou, dentes cerrados, grandes estocadas. Última mergulho fundo, explodiu dentro, jatos quentes. Eu gritei orgasmo, corpo em chamas, abandonada na torpor. Ficámos ofegantes, suor moite na noite quente.
De manhã, toquei bundas machucadas, sensíveis. Baume depois, pensei. Ele dormia, saí cedo pro voo. Anonimato intacto, só prazer latejante nas nádegas, memória viva. Da próxima, quem sabe eu domino. Mulheres somos mais cruéis, né?