Estava em viagem de negócios para o Porto, mas um atraso no voo me deixou presa numa escala em Lisboa. Noite quente, moita, ar condicionado do lobby do hotel do aeroporto zumbia baixo. Sentei no bar, suada da correria, copo de vinho na mão. Ela apareceu: Brigitte, francesa, uns 30 anos, curvas generosas, sorriso tímido mas olhos famintos. ‘Boa noite’, disse eu, acenando. Conversa solta: voo cancelado dela também, vinho compartilhado.
Rimos de bobagens, corpos se aproximando na mesa alta. Senti o calor dela, perfume misturado ao sal da pele. ‘Gostas de lingerie fina?’, perguntei, provocante, recordando minhas compras em Paris ano passado. Ela corou, mas abriu o casaco. Por baixo, blusa fina, sem sutiã. Mamas pesadas, mamilos rosados endurecendo sob o tecido. ‘Para ti, tiro’, sussurrou, rindo nervosa. Pressionei minha perna na dela, eletricidade subindo. Ninguém nos conhecia aqui, liberdade total.
A Rencontre Fortuita e a Tensão no Lobby
Subimos pro quarto dela, urgência no ar. Elevador vazio, mãos roçando. Porta fecha, clim gelado contrasta com nossa pele quente. Ela tira o casaco, blusa transparente, tetas magníficas balançando livres. ‘Tens tetas perfeitas’, digo, voz rouca, tocando. Ela geme baixo, ‘Toca mais’. Eu desabotoo minha blusa, minhas tetas menores mas firmes saltam, mamilos pretos duros como pedras. ‘Lambe-as’, peço.
Beijamo-nos selvagem, línguas dançando, gosto de vinho e saliva. Mãos dela apertam minhas nádegas, unhas cravando. Eu arranco a saia dela, cueca fina encharcada. ‘Estás molhada pra caralho’, murmuro, dedo deslizando na cona inchada. Ela treme, ‘Come minha cona, Rosa!’. Jogo-a na cama, lençóis ásperos de hotel, cheiro de limpeza química. Abro suas coxas, cheiro almiscarado me invade. Língua na entrada, lambendo lento, suco salgado escorrendo. ‘Assim, oh foda-se, chupa meu clitóris!’. Sucio forte, dentes roçando, ela grita, quadris subindo.
O Sexo Cru e Urgente na Quarto
Ela vira, devora minhas tetas, mordendo mamilos até doer gostoso. ‘Quero te foder com a boca’, diz, descendo. Língua na minha cona raspada, dedilhando o cu. ‘Estás uma puta safada’, gemo, puxando cabelo dela. Dedos dentro, três, bombeando rápido, barulho molhado ecoando. Orgasmo me rasga, jorro na boca dela, ela engole rindo. ‘Minha vez de te foder’. Pego o vibrador da mala dela, encho de cuspe, enfio na cona enquanto chupo tetas. ‘Mais fundo, caralho!’. Corpo dela convulsiona, suores misturados, gemidos abafados pelo ronco distante dos aviões.
Goza gritando meu nome, cona apertando o brinquedo, molho escorrendo coxas. Colapso ao lado, corações disparados, pele pegajosa. ‘Foi insano’, sussurra ela, beijando meu ombro. Cinco da manhã, meu voo chama. Visto rápido, beijo final, ‘Adeus, desconhecida’. No táxi pro aeroporto, corpo ainda formiga, cona sensível roçando calça. Cheiro dela na pele, gosto de sal e porra na boca. Ninguém saberá, anonimato perfeito. Sorrio, prazer latejando, pronta pro próximo destino. Aquela escala… inesquecível.