Escala Imprevista: Foda Selvagem com um Estranho no Hotel do Aeroporto

Estava em escala imprevista no aeroporto de Madrid. Voo de Lisboa para Paris atrasado por horas. Chateada, peguei um quarto no hotel ao lado, daqueles genéricos cheios de businessmen. O lobby era um caos de malas e gente cansada. Sentei na sala lounge, um cantinho com sofás gastos e luzes frias da clim. Bebi um gin tónico, o gelo derretendo devagar. Esqueci o meu lenço de seda vermelha na mesa. Vermelho vivo, com um perfume leve de jasmim e baunilha.

Voltei minutos depois e… ele estava lá. Alto, uns 40 anos, cabelo grisalho nas têmporas, fato amarrotado de professor ou algo assim. Segurava o lenço, cheirando-o discretamente. Os nossos olhares cruzaram-se. Sorri, nervosa. ‘É meu’, disse eu, estendendo a mão. A voz rouca de cansaço. Ele devolveu, os dedos roçando os meus. Eletricidade. ‘Cheira bem’, murmurou com sotaque espanhol, olhos fixos nos meus seios sob a blusa fina. O calor úmido da noite entrava pelas portas, misturado ao zumbido distante dos motores.

O Encontro Fortuito no Lobby

Chamava-se Javier. Viajante de negócios, quarto no mesmo andar. Conversámos. Eu, solteira, aberta a aventuras longe de casa. Ninguém me conhece aqui. Liberdade total. Ele riu, contou de uma conferência chata. A tensão subia. Pernas cruzadas, sentindo a humidade entre as coxas. ‘Queres subir? Só um copo’, propôs. Hesitei… não, menti. Arquei a sobrancelha. ‘Ou mais.’ Elevador apertado, corpos colados. Cheiro a suor dele, salgado. Botão do 5º andar. Portas fecharam. Beijo urgente, línguas famintas.

No quarto, porta bateu. Clim gelada arrepiava a pele. Ele arrancou a minha blusa, sutiã voou. Seios livres, mamilos duros. ‘Que puta gostosa’, grunhiu, chupando forte. Mordi o lábio. ‘Fode-me já.’ Calças dele no chão, caralho duro, grosso, veias pulsantes. Eu ajoelhei, engoli até à garganta. Salgado, pré-gozo na língua. Ele gemeu, mãos no cabelo. ‘Caralho, que boca.’ Levantei-me, saia subida, tanga de lado. Cona molhada, inchada. Dedos dele entraram, dois, três, fodendo rápido. ‘Estás ensopada, vadia.’ Gemi alto, barulho dos aviões abafando.

A Luxúria Desenfreada no Quarto

Deitei-me nos lençóis ásperos do hotel, pernas abertas. Ele montou, caralho forçando entrada. Lento no início, centímetro a centímetro, enchendo-me. ‘Tão apertada.’ Acelerei as ancas, unhas nas costas dele. ‘Mais forte, fode como homem!’ Pum! Pum! Colisões violentas, pele batendo. Suor pingando, gosto salgado na boca quando o beijei. Ele apertou os meus cu’s, dedão no cu. ‘Gostas assim?’ ‘Sim, fode o meu cu também!’ Mas não, foco na cona. Ritmo louco, cona contraindo em espasmos. ‘Vou gozar!’, gritou ele. ‘Dentro, enche-me!’ Jatos quentes, enchendo. Eu explodi, pernas tremendo, squirt molhando os lençóis. Gritos abafados na almofada.

Ficámos ofegantes, corpos colados, clim secando o suor. Ele beijou o pescoço. ‘Incrível.’ Vesti-me devagar, tanga encharcada. ‘Foi só isto.’ Sorri cúmplice. Ninguém sabe, anonymato puro. Saí, elevador vazio. Voo chamou. No avião, sentada, cona ainda latejante, esperma escorrendo. Lembrei o cheiro dele, o caralho pulsando, o risco dos colegas no corredor. Liberdade de passageira. Sorri sozinha. Próxima escala? Quem sabe.

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