Escala Imprevista: A Massagem que Acendeu o Fogo no Hotel

Estava em viagem de negócios pela Bélgica, misturada com um fim de semana de BTT nas Ardennes. Eu, Inês, portuguesa de Lisboa, 40 anos, curvilínea, 1,60m, juntei-me a um grupo: Jean-Luc, o francês alto e moreno de 1,80m, Pierre e Eric. Quarto dia de raid, 60 km por dia, pernas a arder. O gîte era lindo, baía enorme para um lago cercado de árvores, ar condicionado gelado a contrastar com o calor do dia. Deixámos as malas e fomos jantar. Especialidades locais, tipo coucou de Malines, animação folclórica. Pierre exagerou na cerveja, eu, exausta, fui para o sofá duplo no living – os quartos tinham camas pequenas, deixei-os para os rapazes.

Deitei-me de calcinha e sutiã de renda branca, cobri-me com a manta leve. Somnolava, agitada, mal dormia com as dores nas coxas. Ouvi a porta, vozes. Jean-Luc trazia Pierre bêbado, deitaram-no na cama, ele começou a roncar alto. ‘És tu, Jean-Luc?’, perguntei com voz sonolenta. ‘Sim, Inês, não dormes?’ Sentou-se ao meu lado, cheiro a suor fresco e cerveja. ‘Desculpa acordar-te. Queres massagem? Sou educador desportivo, sei como aliviar isso.’ Hesitei. ‘Ok, as pernas doem tanto…’

A Chegada ao Gîte e a Tensão que Cresce

Empurrou a manta, viu a lingerie. Luz da lua filtrava pela baía, pele arrepiada pelo AC gelado. Começou no panturrilha esquerda, mãos quentes, firmes, subindo devagar para o coração. Passou à coxa, abriu ligeiro a perna. Senti calor no ventre, respiração acelerada. ‘Gostas?’, murmurou. ‘Sim, continua, mãos tão macias…’ Dedos roçavam a renda da calcinha, montinho inchado. Ereção dele visível nos calções. Liberdade total, ninguém nos conhece aqui, urgência do amanhã.

Intensificou, interior da coxa, roçando a cona molhada. Beijinhos nos pés, língua entre dedos, salgado leve da pele suada do dia. Sucedeu o dedo grande como se fosse pila. Subiu, coxa interna, cabeça no ventre, mão na cona por cima da renda. ‘Quero beber-te’, disse rouco. ‘Eric pode voltar…’ Mas abri as pernas. Baixou a calcinha, cona exposta, pelos castanhos aparados, jusosa. Boca na entrada, língua no clitóris inchado, aspirei forte. ‘Ahh, fode-me com a boca!’, gemi baixo. Orgasmo veio rápido, coxas apertaram-lhe a cabeça, corpo arqueado, fecho de prazer contra o sofá áspero.

O Prazer Cru e o Adeus com o Corpo Ainda a Tremer

‘Vem cá’, puxei-o. Despiu-se, corpo atlético, pila dura, grossa. Beijámo-nos, línguas selvagens, gosto salgado. Tirei sutiã, mamas firmes, mamilos castanhos duros. Ele chupou, beliscou. Mão dele na cona, dedos dentro, molhado escorria. ‘Quero-te dentro’, supliquei. Guiou a pila à entrada, empurrou fundo. ‘Caralho, que apertada e quente!’ Fodia devagar, pele colada suada, cheiro muscado. Porta abriu – Eric! Parámos, imóveis, pila pulsando dentro. Ele foi para o quarto, roncos. ‘Agora fode-me forte.’ Virei de quatro, cona aberta, ele lambeu, chupei a pila dele, bolas salgadas, garganta funda.

‘Monta-me’, disse. Impalei-me, dança das ancas, mamas balançando. ‘Vou gozar!’, gritei baixo. Ele explodiu dentro, jatos quentes enchendo-me, meu orgasmo rebentou, unhas nas costas dele, mordi lábio para não gritar. Corpo mole sobre ele, corações batendo, suor frio do AC, barulho distante de motores no vale. ‘Foi incrível, mas fica entre nós’, sussurrei. Adormeci colada, ele beijou pescoço, frisottis húmidos. Acordei sozinha, manta puxada, cheiro dele nos lençóis. Ele na cama, Pierre e Eric dormiam. Café da manhã normal, olhares cúmplices. Parti de comboio, corpo dorido mas saciado, cona latejante lembrando cada estocada. Anónimo, livre, urgência do adeus tornou tudo mais quente. Ainda sinto o sal da pele dele.

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