Escala Quente em Paris: Fodi um Estranho no Hotel Durante as Emeutes

Estava em viagem de negócios para Paris, mas o voo atrasou e acabei numa escala imprevista no dia 14 de julho. Cheguei ao hotel perto da Place d’Italie exausta, o ar quente e húmido da noite parisiense colava na pele. O lobby estava agitado, cheiro de fumo e suor no ar, ecos de gritos e sirenes das manifestações ao longe. Ninguém me conhecia aqui, longe de Lisboa, livre para tudo.

Sentei-me no bar, pedi um copo de vinho tinto, o suor escorrendo entre os seios sob o vestido leve. Ele apareceu do nada, um francês alto, suado, com olhos febris e uma mèche de cabelo rebelde a cair na testa. Vestia preto, cheirava a adrenalina e revolta. ‘Boa noite’, disse com sotaque carregado, sentando-se ao lado. ‘Estás sozinha? Com este inferno na rua?’

A Chegada ao Hotel e o Encontro Íntimo

Sorri, cruzei as pernas, sentindo o calor subir. ‘Escala inesperada. E tu? Pareces saído de uma batalha.’ Ele riu baixo, contou das emeutes, dos CRS, do fogo nas ruas. A tensão crescia, os olhares cruzavam, mãos roçavam na mesa. O ar-condicionado zumbia fraco, misturando-se ao barulho distante de motores e explosões. ‘Queres subir?’, sussurrei, o coração acelerado pela urgência – o meu voo saía de madrugada. Ele hesitou um segundo, ‘Porra, sim.’

No elevador, já nos devorávamos. Beijos famintos, línguas quentes, mãos dele apertando as minhas nádegas. A porta do quarto mal fechou e rasgou-me o vestido. ‘Que cona molhada’, murmurou, ajoelhando-se, língua mergulhando em mim. Gemi alto, o gosto salgado do suor dele na minha pele, o quarto gelado contrastando com o nosso fogo. Empurrei-o para a cama, os lençóis ásperos de hotel rangiam. Montei na cara dele, esfregando-me, ‘Chupa mais fundo, caralho.’ Ele lambia voraz, dedos abrindo-me, eu tremia, o cheiro moído da noite entrando pela janela entreaberta.

O Sexo Selvagem e a Urgência do Adeus

Virei-me, engoli o pau dele inteiro, grosso e latejante, bolas cheias de porra. ‘Fode a minha boca’, ordenei, saliva escorrendo. Ele gemia, ‘Putinha portuguesa, vais levar tudo.’ Levantei-me, guiei-o para dentro de mim, sentindo-o rasgar, preencher. Cavalguei forte, seios balançando, unhas cravadas no peito dele. ‘Mais rápido, fode-me como se fosse a última vez.’ Mudámos de posição, ele por trás, claques nas nádegas, ‘Toma, toma esta rola.’ O suor pingava, pele colando, o barulho das sirenes acelerando-nos. Gozei primeiro, cona apertando, gritando ‘Sim, porra!’, jatos quentes dele inundando-me logo a seguir, escorrendo pelas coxas.

Ficámos ofegantes nos lençóis amarrotados, corações batendo forte. ‘Tens de ir?’, perguntei, traçando o peito dele. ‘Sim, a luta chama’, respondeu, beijando-me uma última vez. Vestiu-se rápido, desapareceu na noite caótica. Fiquei ali, corpo dolorido e satisfeito, o cheiro dele na pele, porra seca entre as pernas. Tomei duche rápido, o vapor misturando-se à memória. No táxi para o aeroporto, ao amanhecer, o prazer ainda pulsava, anónimo perfeito. Ninguém em Lisboa saberia desta follada insana, desta liberdade de passagem. Sorri para o vazio, pronta para o próximo voo.

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