Escala Imprevista: A Noite Quente com um Estrangeiro no Hotel

Estava em escala em Lisboa, voo atrasado por causa de uma tempestade. Cheguei ao hotel do aeroporto, suada da viagem, o ar condicionado a gelar a pele. No lobby, barulho de malas e motores ao fundo. Sentei-me no bar, pedi um gin tónico, a saia curta a subir nas coxas. Ele apareceu: croata alto, rapado, músculos de quem trabalha ao ar livre, olhos pretos famintos. Dimitri, disse-me, em trânsito para o Algarve.

Começámos a falar. Eu, portuguesa de 42 anos, solteira, adoro estas aventuras. ‘Estás sozinha?’, perguntou, voz rouca. Sorri, cruzei as pernas, sentindo a cona já húmida. Ele cheirava a sabonete e suor leve, pele bronzeada. Contou da vida na Croácia, campos, trabalho duro. Eu falei do meu negócio, viagens constantes. Os olhares cruzavam-se, as mãos roçavam no balcão. ‘Quarto 312’, sussurrei, ‘se quiseres subir’. Ele engoliu em seco, pau já a marcar as calças.

O Encontro no Lobby e a Tensão que Cresce

Subimos no elevador, silêncio pesado, calor moite apesar da clim. Na porta, beijei-o primeiro, língua gulosa, gosto salgado da sua boca. Entrei, atirei a mala, ele fechou a porta. ‘Quero-te agora’, disse, voz tremendo um bocado. Despi a blusa, seios livres, pesados, mamilos duros. Ele arrancou a camisa, peito largo, pelos no peito. Calções curtos dele, pau enorme a pulsar.

Empurrei-o para a cama, lençóis frios de hotel, cheiro a limpo e sexo iminente. ‘Chupa-me’, mandei, abrindo as pernas. A cona peluda, molhada, exposta. Ele mergulhou, língua áspera, sugando o clitóris. ‘Assim, caralho, mais fundo’. Gemi alto, mãos no cabelo rapado dele, ancas a remexer. Barulho de aviões ao longe, vibração no chão. Gozei rápido, sumo a escorrer-lhe pelo queixo.

A Foda Selvagem na Quarto e o Adeus Memorável

‘Mostra a pila’, disse, ajoelhando. Enorme, veias grossas, cabeça roxa. Chupei voraz, bolas peludas na boca, ele grunhia ‘Boa, foda-se’. Engoli até à garganta, saliva a pingar. ‘Agora fode-me’. Deitei-me de costas, pernas abertas, cona a latejar. Ele enfiou devagar, enchendo-me toda, ‘Tão apertada, puta’. Começou lento, depois forte, cama a ranger, pele a bater.

Virei de quatro, rabo ao alto, ‘Enfia no cu’. Cuspi na mão, lubrifiquei. Ele entrou, ardor bom, ‘Fode o meu cu, Dimitri!’. Martelava, bolas a bater na cona, suor a pingar, gosto salgado na pele dele quando lambi as costas. Mudei, montei-o, seios a balançar na cara dele, unhas nos ombros. ‘Tira o preservativo, goza dentro’. Olhos nos olhos, ancas lentas, íntimo e cru. Gozei outra vez, cona a apertar, ele explodiu, leitinho quente a encher-me.

Ficámos ofegantes, clim a secar o suor, lençóis amarrotados. ‘Foi brutal’, murmurou ele, acendendo um cigarro. Eu ri, pernas doridas. De manhã, ele partiu cedo, beijo rápido no lobby. Eu embarquei, corpo ainda a pulsar, memória da pila dele na cona e cu, anonymato perfeito. Ninguém sabe, mas volto se o destino quiser. Aquela liberdade de passagem… viciante.

Leave a Comment