A Minha Escale Íntima com um Estranho na Inundação

Estava em viagem de negócios para Lisboa, mas uma tempestade infernal causou uma inundação brutal no Alentejo. Escale imprevista num hotelzinho decadente perto da costa. O ar estava pesado, úmido, cheirava a sal e terra molhada. No lobby, com a luz piscando por falhas de eletricidade, cruzei olhares com ele. Alto, ombros largos, estrangeiro – parecia francês ou nórdico, olhos azuis penetrantes. Sorriu, eu sorri de volta. Ninguém nos conhecia aqui, longe de tudo.

Sentei ao lado no bar improvisado. ‘Chove muito?’, perguntei, voz rouca. ‘Demais, o mundo acaba hoje’, riu ele, Stéphane. Copos de vinho tinto, mãos roçando. A tensão subia, o coração batia forte. Senti o cheiro dele, suor misturado com colônia. ‘Quarto 305, se quiseres fugir da chuva’, sussurrou. Subimos, escadas rangendo, palms úmidas. Na cama, beijos urgentes. Tirei a camisa dele, peito firme, músculos tensos. Ele me despiu devagar, dedos traçando meus seios, mamilos duros como pedras.

O Encontro no Lobby do Hotel

Deitamos, pele colada no ar condicionado gelado da quarto. O caralho dele… meu deus, enorme, grosso, latejando. ‘Vai caber?’, brinquei, mão apertando a base. ‘Vamos ver’, grunhiu, empurrando minha cabeça. Chupei, língua no saco salgado, gosto de suor e excitação. Ele gemeu, mãos no meu cabelo. Montei nele, cona escorrendo, devagarinho pra engolir aquela rola gigante. Doía bom, esticava tudo. Fodi devagar, depois rápido, gemidos ecoando com o trovejar lá fora.

De repente, a sirene. ‘A barragem cedeu!’, gritou ele. Água invadiu o rés-do-chão. Ele me agarrou, subimos pro sótão pelo escada frágil. Escuro, cheiro de madeira velha, altura baixa, corpos suados roçando. Espalhamos sacos-cama no chão. Luz fraca de lanterna. ‘Continua?’, perguntei, nua, excitada. ‘Tudo’, respondeu, me deitando. Lambeu minha cona, dedos no cu, molhado de tesão. Provei o pau dele de novo, bolas na boca, garganta funda.

Noites de Fogo no Sótão

Ele me virou de quatro sobre uma caixa velha, coberta de pano. ‘Quero teu cu’, disse rouco. ‘Vai, mas devagar, é apertado’. Improvisou lubrificante: manteiga do pacote de comida salva. Untou meu cu, língua enfiando, dedos abrindo. Dois, três, esticando. ‘Humm, que delícia’, gemi, clítoris latejando. Ele posicionou o caralho na entrada, beijou meus lábios com dedos sujos de manteiga. Puxei, empurrei pra trás. A cabeça entrou, queimando, rasgando. ‘Aiii, fode! Mais!’.

Empurrou firme, rola grossa abrindo meu cu virgem. Doía pra caralho, mas o prazer… ondas quentes. Ele metia devagar, bolas batendo na cona. Dedos no clítoris, me masturbando enquanto fodia o cu. ‘Tão apertada, puta deliciosa’, grunhia em francês misturado. Acelerei, rebolando, suco escorrendo coxas. Gozei gritando, cu piscando na rola. Ele explodiu dentro, porra quente enchendo, escorrendo misturada com manteiga derretida.

Ficamos ali, colados, noite toda. Fodi mais, cona e cu alternando, suor salgado na pele, barulho da água ao longe, calor moite. De manhã, águas baixaram. Troca de olhares cúmplices no lobby. ‘Adeus, meu amor passageiro’, beijei. Voltei ao avião, corpo dolorido, cu ardendo gostoso. Anonymato salvo, memória queimando. Da próxima escale, quero mais.

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