A Minha Aventura Erótica com um Desconhecido na Chuva

Estava de férias no sul de França com o meu namorado e a amiga dele, Inês. Quinze dias de sol e liberdade, longe de Portugal, onde ninguém me conhece. Alugámos uma casa com pergola, mas o calor de agosto era sufocante. O meu namorado chegou de moto, e depois do apéritif, lembámo-nos do rosé para o almoço. ‘Eu vou!’, disse ele. Eu subi na moto atrás dele, sentindo o ronco do motor entre as pernas, o vento a entrar no meu shortinho de ganga curto e na camisola fina branca. Fazia quinze dias sem sexo, os meus mamilos endureciam só de pensar.

Na aldeia, rebentou o dilúvio. Ele parou na supérette, eu corri para um abrigo de fortuna, mas a chuva era implacável. Molhada até aos ossos, corri para uma ruelle estreita de pedra, pavimentada, com muros altos. Os ténis novos enlameados. ‘Merda, que frio!’, resmunguei, colando-me à parede. A chuva caía em diagonal, o vento gelado nos meus coxins nus. A roupa grudava na pele, o shortinho marcava a minha cona, os seios apontavam através do algodão transparente. Estava exposta, vulnerável, excitada pela urgência.

O Encontro Fortuito na Tempestade

De repente, um cheiro a tabaco húmido. Calor atrás de mim. Abri os olhos. Um homem alto, moreno, olhos verdes penetrantes – não era cego, só estava ali no banco antes. Devia ter uns 40, camisa aberta, pele salgada pelo sol. ‘Estás encharcada, miúda’, murmurou com sotaque local rouco. O corpo dele colou-se às minhas costas, mãos nas minhas ancas. O calor subiu pelas minhas coxas, derretendo o frio. ‘Deixa-me aquecer-te…’, sussurrou, uma mão subindo pela barriga molhada, a outra descendo para o short.

Não resisti. A liberdade de passagem, o anonimato, a chuva a abafar tudo. ‘Rápido…’, gemi, virando a cara para o beijo salgado. Língua dele na minha boca, gosto a tabaco e mar. Desabotoou o short, enfiou dois dedos na minha cona ensopada. ‘Estás a pingar, puta safada’, rosnou, fodendo-me com os dedos, o polegar no clitóris inchado. Gemi alto, o som perdido na tempestade. O pau dele duro contra as minhas nádegas, enorme, latejante. Baixei o short e as cuecas, ele cuspiu na mão e untou o caralho grosso. ‘Vira-te e abre as pernas.’

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