A Minha Escale Quente com o Rapaz da Piquena Pila no Hotel do Aeroporto

Estava em escala em Madrid, voo atrasado por causa de uma tempestade. Cheguei ao hotel do aeroporto suada, o ar quente e pegajoso da noite espanhola colando na pele. O lobby estava quase vazio, só o zumbido da clim e o ronco distante dos aviões. Sentei-me no bar, pedi um gin tónico gelado, o copo suando nas minhas mãos.

Ele apareceu do nada. Um rapaz francês, magro mas atlético, sorriso nervoso, olhos que fugiam dos meus. Chamava-se Theo, vim a saber. Vestia uma t-shirt justa que marcava o peito, mas parecia inseguro, como se esperasse um soco. ‘Boa noite’, disse ele em inglês quebrado, sentando-se ao meu lado. Eu sorri, pernas cruzadas, o vestido curto subindo um pouco. ‘Portuguesa?’, perguntou. ‘Sim, e tu?’. ‘Francês, escala também. Merda de voo’.

O Encontro Fortuito no Lobby

Conversámos. Ele ria das minhas piadas, mas hesitava, mãos a mexer no copo. Senti a tensão, aquela faísca do desconhecido. ‘Estás sozinho?’, perguntei, inclinando-me. Ele corou. ‘Sim… as raparigas… não sei’. Bebi um gole, o gelo tilintando. ‘Conta-me’. Ele baixou a voz: ‘Tenho um complexo. A minha pila é pequena. Os amigos gozam, as ex riam’. Parei, olhei nos olhos dele. ‘Queres ver se me importo?’. Ele engoliu em seco. ‘Sério?’. Levantei-me, peguei na mão dele. ‘Quarto 312. Cinco minutos’.

Subimos no elevador, o ar condicionado gelado arrepiando a pele. No quarto dele, lençóis brancos de hotel, cheiro a limpo e a ele – suor leve, aftershave. Fechei a porta, empurrei-o para a cama. ‘Despi-te’, ordenei. Ele tremia, tirou a t-shirt, calças. O bóxer inchado, mas pequeno. Eu ri suave. ‘Que lindo’. Ele parou. ‘Não gozes’. ‘Não é gozo, é tesão’. Tirei o vestido, só em lingerie preta, cona já molhada de excitação.

Ajoelhei-me, puxei o bóxer. A pila dele saltou, dura, uns 12 cm, cabeça vermelha, veias pulsando. ‘Hmm, perfeita para chupar’, murmurei. Engoli-a toda, língua rodando, saliva escorrendo. Ele gemeu alto, ‘Porra, que boca…’. Chupei forte, bolas na mão, sentindo o sal da pele dele. ‘Gostas?’, perguntei, cuspindo nela. ‘Demasiado…’. Deitei-me, abri as pernas. ‘Vem, fode-me. Mostra o que sabes’.

A Foda Selvagem e o Adeus Apressado

Ele montou-me, pila fina abrindo a minha cona ensopada. ‘Assim?’, empurrou devagar. ‘Mais forte, caralho!’. Acelerou, o quarto cheirando a sexo, clim zumbindo, aviões rugindo fora. Batia fundo, roçando o clitóris perfeito. ‘Estás tão molhada… para mim?’. ‘Sim, fode esta puta portuguesa’. Virei-me de quatro, ele agarrou as minhas nádegas, metendo como um coelho. ‘Gozo…’. ‘Espera, cabrão’. Virei-o, montei, cona engolindo a pilinha dele toda, balançando os quadris. Seios a quicar, suor pingando. ‘Olha para mim enquanto te fodo’. Ele agarrou-os, mordeu os mamilos. Gozei primeiro, cona apertando, ‘Aii, foda-se!’. Ele explodiu dentro, porra quente enchendo-me, gemendo ‘Clara… não, tu… porra!’.

Ficámos ofegantes, corpos colados, pele salgada, lençóis amarrotados. ‘Nunca… ninguém gostou assim’, murmurou ele. ‘És perfeito. Tamanho não importa, é o fogo’. Beijei-o, urgência do voo chamando. Vestimo-nos a correr, risos nervosos. No lobby, trocámos números falsos – anonimato puro. ‘Obrigada pela escala mais quente’. Ele sorriu, ‘Volta sempre’.

No avião, de volta a Lisboa, o corpo ainda formiga. Sinto a porra seca nas cuecas, cheiro a ele no cabelo. Ninguém sabe, só eu e aquele rapaz tímido. A liberdade de ser de passagem, foder sem amanhã. Sorrio pela janela, nuvens passando. Da próxima escala, repito.

Leave a Comment