Estava de volta de férias no Algarve, voo atrasado por uma tempestade idiota. Escale forçada no aeroporto de Lisboa, check-in num hotelzinho ao lado. Noite moite, ar pesado, cheiro de mar misturado com combustível de aviões ao longe. O lobby estava cheio de gente exausta, mas eu… eu sentia aquela liberdade, longe de tudo, ninguém me conhece aqui.
Vista-o no bar. Alto, estrangeiro, talvez italiano, barba por fazer, camisa aberta no peito suado. Olhos que devoram. Pedi um gin tónico, sentei ao lado. ‘Tarde ruim, hein?’, disse ele com sotaque sexy. Sorri, cruzei as pernas, o vestido leve subiu um bocadinho. Conversa solta: viagens, cansaço, o calor que nos deixa loucos. A mão dele roçou a minha coxa debaixo do balcão. Coração acelerou. ‘Quarto 312, se quiseres companhia’, murmurou. Hesitei? Nem por isso. Aquela urgência do voo de manhã… tudo permitido.
O Encontro no Lobby e a Tensão Crescente
Subimos. Elevador apertado, cheiro dele, suor salgado. Porta bateu, beijos famintos. Línguas enroscadas, gosto de gin na boca dele. Rasguei a camisa, unhas nas costas. Ele puxou o vestido para baixo, mamilos duros no ar gelado da clim. ‘Que puta gostosa’, grunhiu. Ri, ‘Fode-me como se fosse a última vez’. Jogou-me na cama, lençóis ásperos do hotel, cheiro de limpeza barata. Espelho enorme na parede, via-nos como num filme porno.
Ajoelhou-se, abriu as minhas pernas. Linga na cona molhada, chupava o clitóris com fome. Dedos dentro, dois, três, curvados no ponto G. ‘Estás ensopada, caralho’. Gemi alto, som de aviões abafado pela janela. Gozei forte, squirt jorrou na boca dele, molhou os lençóis. Ele lambeu tudo, ‘Adoro isso, continua a mijar prazer’. Virei de quatro, espelho mostrava o meu rabo empinado, cona inchada. Ele cuspiu no caralho grosso, roxo de veias, e enfiou de uma. ‘Ahhh, fode mais fundo!’. Batia forte, bolas no clitóris, suor pingava nas minhas costas, salgado na pele.
A Foda Intensa na Quarto com Urgência
‘Mete no cu’, pedi, louca. Lubrificou com a minha baba, dedo primeiro, depois a cabeça. Doía bom, esticava tudo. Via no espelho o caralho a entrar no meu cu apertado, eu a morder o lábio, olhos vidrados. Ele acelerou, mão na cona, dedilhava enquanto fodia o cu. ‘Vou gozar!’, gritou. Encheu-me de porra quente, escorria pelas coxas. Eu vim de novo, corpo tremendo, squirt misturado com leitinho dele.
Depois, deitados, ofegantes, clim zumbia. ‘Voo cedo’, disse. Beijo rápido, roupa amarrotada. Saí, ninguém viu. No avião de manhã, corpo dolorido, cona e cu latejando, cheiro dele ainda na pele. Aquela liberdade do anonimato… sorri sozinha. Volto quando quiser, sem nomes, só prazer puro.