Escala Quente: Fodi um Estranho no Lobby do Hotel

Estava a caminho das férias no Brasil, sol e praias infinitas. Voo de Lisboa com escala em Madrid. Tudo ia bem até o avião atrasar horas. Escale imprévista, noite inteira no aeroporto. Peguei um quarto no hotel ali mesmo, daqueles baratos para passageiros. Ar condicionado gelado, cheiro de limpeza química, ronco distante dos motores. Cansada, mas excitada com a liberdade. Ninguém me conhece aqui. Sou portuguesa, 32 anos, solteira e faminta por aventura.

No lobby, barulhento com gente ansiosa, vi-o. Brasileiro alto, moreno, olhos pretos famintos. Esperava o mesmo voo, mochila aos pés. Sorri primeiro, ele retribuiu. ‘Tá quente aí fora, né?’, disse ele com sotaque grosso. Sentei ao lado, pernas roçando. Conversa solta: viagens, solidão em escalas. Mão dele no meu joelho, casual. Senti o calor subir. ‘Quarto livre?’, perguntei direta. Ele piscou: ‘Meu voo é cedo, mas… por que não?’. Subimos juntos, elevador apertado, respiração pesada. Portas fecharam, beijei-o ali mesmo. Língua salgada de cerveja, barba roçando minha pele.

A Escale e o Olhar que Acendeu Tudo

No quarto, luz fraca, cama com lençóis ásperos de hotel. Ele me empurrou contra a parede, mãos nos meus seios. ‘Caralho, que delícia’, murmurou. Tirei a blusa, sutiã voou. Chupou meus mamilos duros, mordendo leve. Eu gemi, ‘Vai, fode-me já’. Calças dele no chão, pica grossa, veias pulsando, pré-gozo brilhando. Caí de joelhos, provei. Salgado, quente, cheiro de macho suado do dia. Chupei forte, bolas na mão, garganta funda. Ele gemeu: ‘Puta que pariu, engole tudo’. Barulho de saliva, sucção molhada ecoando na clim fria.

Levantou-me, rasgou minha saia. String de lado, dedos na cona ensopada. ‘Tá pingando, safada’. Deitei na cama, pernas abertas. Ele lambeu, língua no clitóris, sugando. Gozei rápido, tremendo, unhas nas costas dele. ‘Agora fode’, ordenei. Preservativo? Nem fodendo, urgência total. Entrou de uma, pica enchendo, esticando. Ritmo feroz, cama rangendo. ‘Mais forte, caralho!’, gritei. Ele batia, coxas suadas colando na minha pele salgada. Virei de quatro, bunda empinada. Dedos no cu, girando, enquanto metia fundo. ‘Vai no cu?’, perguntei ofegante. ‘Quero’. Lubrifica com minha baba, entrou devagar. Dor boa, prazer rasgando. Fodia o cu, mão no clitóris. Gozei de novo, gritando, corpo convulso.

O Foda Selvagem e Sem Limites

Ele acelerou, ‘Vou gozar’. Puxei para a boca, engoli tudo. Jatos quentes, grosso, escorrendo no queixo. Engasguei um pouco, tosse rouca, mas sorvi. Ele caiu ao lado, suado, peito arfando. Cheiro de sexo no ar, moite apesar da clim. ‘Melhor escala da vida’, riu ele. Limpei-nos rápido, ducha fria, sabão neutro.

De manhã, beijo rápido no lobby. ‘Boa viagem’, disse. Peguei meu voo, corpo dolorido, cona latejando, cu sensível. No avião, ronco dos motores, sorri sozinha. Ninguém sabe, anonimato perfeito. Lembrei o gosto dele na boca, suor salgado, urgência do adeus. Liberdade de passageira: fodo e sigo. Ainda sinto o prazer, quente na memória. Volto a casa renovada, pronta para mais.

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