Escale Imprevisível: Noite de Sexo Selvagem no Hotel de Lisboa

Estava de volta de um voo de negócios, mas uma tempestade fodeu tudo. Escale imprevisível no aeroporto de Lisboa. Peguei um quarto num hotel ali perto, daqueles impersonais, com ar condicionado gelado e cheiro a limpeza química. No lobby, barulhento com malas rolando e vozes estrangeiras, sentei-me no bar. Vestia um vestido curto, solto, sem sutiã – liberdade de quem tá longe de casa, ninguém me conhece.

Ele apareceu do nada. Alto, musculado, uns 40 anos, estrangeiro, talvez belga pelo sotaque. Olhos famintos. ‘Boa noite’, disse, sentando ao meu lado. Pediu um whisky. Conversa solta: voo cancelado, cansaço, Lisboa à noite. Senti o joelho dele roçar no meu. Calor subiu. ‘Estás sozinha?’, perguntou, voz rouca. ‘Por agora’, respondi, mordendo o lábio. Ele sorriu, mão na minha coxa. O lobby vazio, só o zumbido distante dos motores. Levantei-me, ‘Vem comigo?’. Ele seguiu, urgente.

O Encontro no Lobby e a Tensão Crescente

No elevador, já se colou. Boca no meu pescoço, mãos apertando as nádegas. ‘Quero-te agora’, murmurou. Chegámos ao quarto dele – 312, luz fraca, cama king size com lençóis ásperos de hotel. Porta fechada, urgência do voo amanhã. Tirei o vestido, nua. Ele babeou: ‘Que cona perfeita’. Caiu de joelhos, língua na minha fenda molhada. Gozo salgado, gemidos ecoando na clim fria. Chupei o caralho dele – grosso, veias saltadas, cheiro a macho suado. Engoli até à garganta, baba escorrendo.

Deitei-me de quatro, como gosto pra controlar. ‘Vai devagar, é grande’, avisei. Ele cuspiu na cabeça, entrou na cona devagar. ‘Foda-se, que apertada’, grunhiu. Começou lento, depois bombeou forte, couro batendo nas nádegas. Suor pingando, gosto salgado na pele dele. Virei, montei-o, caralho todo dentro, clitóris roçando. ‘Fode-me mais!’, berrei. Ele agarrou os peitos, mordeu mamilos. Orgasmos veio em ondas – corpo tremendo, cona contraindo no pau dele.

A Foda Intensa na Quarto e o Adeus Tórrido

Não parei. ‘Agora o cu’, pedi, lubrificando com porra que escorria. Ele gemeu, ‘Estás louca, vadia’. Empurrou devagar no meu rabo apertado. Dor boa, cheia. Bombeou bestial, como cão no cio. ‘Toma tudo, puta de passagem!’, rosnou. Eu gemia, ‘Mais fundo, fode o cu!’. Lençóis encharcados, ar moite apesar da clim, barulho de carne chapinhando. Gozei gritando, ele explodiu dentro, porra quente jorrando. Caímos exaustos, corpos colados, cheiro a sexo no ar.

De manhã, antes do amanhecer, adeus rápido. ‘Foi incrível, desconhecida’, disse, beijando. Saí, mala na mão, voo à espera. No táxi pro aeroporto, cona e cu latejando, porra seca nas coxas. Ninguém sabe, anonimato total. Sorri sozinha – liberdade de viagem, prazer que fica na memória. Quero mais escales assim.

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