Estava voltando de férias no Algarve, sol escaldante na pele, mas um voo cancelado me jogou numa escala em Lisboa. Cheguei ao hotel à meia-noite, ar úmido grudando na roupa, cheiro de mar e asfalto quente. No lobby, o ar-condicionado gelado arrepiava os braços. Eu, suada, mala na mão, pedi um quarto. Ela apareceu atrás do balcão. Cabelo preto solto, uns 28 anos, olhos castanhos famintos. ‘Boa noite, posso ajudar?’, disse com sotaque lisboeta grosso. Sorri, coração acelerado pela fadiga e pelo desconhecido. Ninguém me conhece aqui. Liberdade pura.
Conversamos. Chamava-se Sofia. Turno acabando, convidou pra um copo no bar do hotel. ‘Só um, pra relaxar’, piscou. Sentei perto, pernas roçando debaixo da mesa. O bar vazia, som distante de aviões na pista. Ela cheirava a perfume doce misturado com suor. Falei do meu marido em casa, longe. Ela riu: ‘Aqui, ninguém julga. Amanhã você vai embora, né?’. A tensão subia, coxas apertando. Toquei sua mão. ‘Quarto 312. Vem me ver?’. Levantei, quadris balançando. Ela veio minutos depois. Portas batendo no corredor vazio.
A Escala Inesperada e o Encontro no Lobby
A porta mal fechou, ela me empurrou contra a parede. Boca na minha, língua invadindo, gosto de vinho tinto. ‘Quero te foder agora’, murmurou. Rasguei o vestido dela, peitos firmes pulando livres. Chupei os mamilos duros, salgado de suor. Ela gemeu baixo, mãos nas minhas calças. ‘Tira tudo’. Nua no tapete áspero, ar-condicionado gelando a pele quente. Ela ajoelhou, abriu minhas pernas. Olhou minha cona molhada, respiração quente me arrepiando. ‘Que delícia de boceta’. Beijou devagar, lábios macios no clitóris. Língua apontada, lambendo de baixo pra cima, chupando forte. Gemi alto, ‘Assim, caralho!’. Dedos entraram, dois de uma vez, encharcados, bombando rápido. Meu corpo tremia, sucos escorrendo pela bunda.
A Foda Intensa na Quarto do Hotel
Ela me jogou na cama, lençóis frios e engomados roçando a pele. ‘Agora você me lambe’. Montei no rosto dela, cona na boca. Ela chupava voraz, língua fudendo o buraco. Peguei a vela da mesinha – cera macia, já acesa. ‘Usa isso na minha bunda’, pedi, puta no cio. Ela cuspiu na minha raia, um dedo abrindo o cu apertado. A vela grossa encostou, fria na pele quente. Empurrei pra trás, empalando devagar. ‘Fode meu cu!’. Ela metia ritmado, enquanto lambia a cona. Orgasmos vinham em ondas, gritando ‘Mais fundo, sua vadia!’. Troca: eu na dela, lambendo o cu salgado, dedos na boceta pingando. Ela gozou na minha cara, molho doce e quente.
Duas horas depois, exausta, suadas, coladas nos lençóis úmidos. Barulho de motores ao fundo, noite moite lá fora. Ela beijou minha testa: ‘Segredo nosso’. De manhã, check-out cedo. Aviao decolando, corpo dolorido, cona inchada latejando. Lembrei cada lambida, cada estocada da vela no cu. Ninguém sabe, anonimato perfeito. Ainda sinto o gosto dela na boca, o prazer pulsando. Da próxima escala, quem sabe?